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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Sepultura – Quadra (2020)


Sepultura – Quadra (2020)
(Nuclear Blast/BMG - Nacional)


01. Isolation
02. Means To An End
03. Last Time
04. Capital Enslavement
05. Ali
06. Raging Void
07. Guardians Of Earth
08. The Pentagram
09. Autem
10. Quadra
11. Agony Of Defeat
12. Fear, Pain, Suffering, Chaos

Pode-se dizer que hoje existem dois tipos de fãs do Sepultura, e que vivem em lados opostos. De um, temos aqueles que não abandonaram a banda em momento algum, mesmo naqueles mais delicados. Até podem ser críticos quanto a certos lançamentos realizados, mas nunca viraram as costas ao quarteto. Do outro temos as, desculpe o termo, “Viúvas dos Cavalera”. Esse grupo optou por deixar a banda de lado após a saída de Max, e o lançamento dos primeiros álbuns com Derrick Green, alegando que sem ele, perderam a lógica de existir, crítica que se maximizou após a partida de Igor em 2006, para tocar com seu irmão. Para eles, o Sepultura deveria ter deixado de existir. Sinceramente, tenho minha opinião bem formada a respeito disso, mas de forma alguma vou julgar quem faz parte de um ou outro grupo.

Mas independente do grupo que você, fã de encaixa, uma coisa não dá para discutir: a importância do Sepultura para a história do Heavy Metal mundial. São 36 anos de vida, e álbuns do calibre de Schizophrenia (87), Beneath the Remains (89), Arise (91) e Chaos A.D. (93), todos com seu espaço cativo entre os melhores trabalhos de Thrash Metal de todos os tempos. Se após 1998 a carreira começou a capengar graças a alguns lançamentos discutíveis -– fosse pela qualidade da música, fosse por escolhas erradas de produtores -–, a partir de Dante XXI (06), e principalmente A-Lex (09), as coisas começaram a entrar lentamente nos eixos novamente, e se acertaram de vez com Kairos (11). Desde então a banda vêm em uma ascendente constante no que tange a qualidade dos seus lançamentos.

Machine Messiah (17) já havia me impressionado bastante, dada sua qualidade, criatividade e grandiosidade, o que me deixou curioso para saber como, e se, conseguiriam superá-lo. Pois bem! Agora com Quadra, seu 15º álbum de estúdio, não só eu, como os demais fãs de Metal pelo mundo têm essa resposta. Antes de tudo, cabe lembrar que o Sepultura tem como traço marcante em sua história, a inquietude e o inconformismo. Nunca em toda a sua carreira, se acomodaram, e álbum após álbum, independente de fase, sempre procuraram crescer, mudar, inovar. Se até o lançamento de Arise isso funcionou com perfeição, de Chaos A.D. em diante, passou a ser questionado por fãs. Nesse ponto, entra uma questão de gosto pessoal, de você ser mais tradicionalista quanto a música, ou ser desses com uma amplitude musical maior. Vai realmente da individualidade de cara um, e não muda o fato que o Sepultura sempre buscou o caminho mais difícil, abrindo mão da sua zona de conforto, e nunca parando no tempo.


Apesar de liricamente Quadra não se tratar de um trabalho conceitual, musicalmente suas 12 canções se dividem em 4 blocos de 3, que podem ser percebidos com certa facilidade pelo ouvinte. Da faixa 1 até a 3, temos aquele Sepultura mais Thrash, raivoso, enquanto entre a 4 e a 6, escutamos um pouco daquela fase mais percussiva da banda, que se iniciou em Chaos A.D.. Da 7 até a 9, observamos uma banda mais experimental, mais focada no instrumental e sim, com uma influência de Progressivo mais latente, e a partir de faixa 10, escutamos uma banda mais “calma”, mais lenta, com um foco maior no sinfônico e nas melodias. Lendo assim, pode parecer que o álbum se tornou uma colcha de retalhos, mas existe um fio condutor que une todas as partes, que é o Thrash/Groove da banda, que em momento algum deixa de se fazer presente, trazendo peso e agressividade para cada uma das músicas aqui. Isso acaba dando um sentido de unidade absurdo ao álbum, fazendo que o ouvinte consiga se sentir identificar com qualquer um desses segmentos de Quadra.

Individualmente, todos os músicos conseguem brilhar. Sinceramente, não consigo enxergar onde mais as pessoas possam encontrar motivos para criticar a voz de Derrick Green. A cada lançamento ele se supera, mostrando uma gama vocal cada vez maior. A variedade que ele consegue imprimir impressiona qualquer um que se permita escutar o álbum sem aquele preconceito bobo por ele não ser Max Cavalera, além de permitir o Sepultura explorar mais os seus limites. Andreas Kisser resolveu reabrir de vez sua caixa de riffs marcantes, algo que já havia sido observado em Machine Messiah, e que aqui se consolida definitivamente. Sua capacidade nunca foi discutida, mas que ele havia se acomodado por alguns anos isso é indiscutível. Que bom que ele está de volta, e não apenas reciclando riffs de trabalhos anteriores, como o fez por uns anos. Como costumo dizer, Paulo Jr é Paulo Jr, e ele entrega o trabalho consistente de sempre, mas é inegável que desde que Eloy Casagrande entrou na banda, puxou Paulo com ele. Por sinal, Eloy é um caso a parte. O que ele faz é sobre-humano, não tem explicação, e mais uma vez ele é brilhante. Sua amplitude musical é absurda, e sinceramente, nem dá para sentir falta de Igor nesse quesito.



Agora vamos às músicas, o foco principal de tudo aqui. Não se deixe enganar pela introdução orquestrada e com corais, pois quando começa, “Isolation” é uma verdadeira paulada Thrash/Groove. Intensa, direta, com vocais brutos, riffs ferozes e um trabalho brilhante de bateria, é desde já uma das candidatas do álbum a se tornarem clássicas. Esse lado mais feroz continua presente em “Means To An End”, altamente enérgica e com um ótimo trabalho de guitarra, e em “Last Time”, bruta, densa, com uma variedade de tempo bem interessante, e até mesmo partes orquestrais que foram muito bem encaixadas. “Capital Enslavement” traz aquelas batidas tribais que vão remeter o ouvinte ao passado da banda, além de possuir um ótimo groove e riffs bem fortes. É dessas músicas moldadas para fazer você sair batendo cabeça. “Ali” é extremamente variada e desafiadora, e se destaca não só por isso, mas também pelos riffs pesados e pelo trabalho vocal de Derrick. “Raging Void” encerra a primeira metade do álbum com um ritmo mais dissonante, bom groove, e ótimo trabalho percussivo.

A segunda metade abre com a espetacular “Guardians Of Earth”, que de cara pode fazer o ouvinte se recordar da clássica “Kaiowas”. Ela inicia com um violão, sendo acompanhada posteriormente por uma percussão tribal e um coral, até finalmente explodir em fúria com as guitarras e vocais furiosos. É diferente e ousada. É Sepultura. Outra canção que surpreende demais é a instrumental “The Pentagram”, dinâmica, intrincada e com guitarras fortes. “Auten” se destaca não só por suas inclinações progressivas, mas também pelo peso e pelo seu ar mais bruto. Além disso, tem um refrão forte e marcante. “Quadra” é quase que um interlúdio acústico, com seus apenas 47 segundos, onde Andreas mostra toda a sua conhecida habilidade ao violão. Ela prepara o terreno para as duas últimas canções do álbum. “Agony Of Defeat” não só possui um clima mais atmosférico, como apresenta boas melodias e belos corais, tudo sem abrir mão do peso. É nela também que Derrick mostra toda a sua variedade vocal. Encerrando, outro momento surpreendente, com “Fear, Pain, Suffering, Chaos”, que conta com a participação de Emmily Barreto, do Far From Alaska, dividindo os vocais com Derrick Green. Fora isso, esbanja peso nas guitarras, uma ótima bateria, e possui elementos atmosféricos que dão uma densidade extra para a canção.

Na produção, o onipresente, onipotente e onisciente Jens Bogren. Definitivamente, ele consegue tirar o melhor do Sepultura, e não me surpreende que depois de Machine Messiah, tenham optado por voltar ao Fascination Street Studios e trabalhar mais uma vez com ele. Tudo cristalino, limpo, e pesado, mas ainda sim soando vivo, sem o ar artificial e plastificado das produções modernas. Como Jens consegue? Bem, só perguntando a ele. Com muita competência, o Sepultura conseguiu fazer um álbum de Thrash/Groove simplesmente explosivo, onde esbanjam criatividade, e sem abrir mão do seu direito inalienável de experimentar e ousar. Se fossemos colocar as fases da banda lado a lado, poderíamos dizer que Quadra é o Chaos A.D. da atual formação, dado o seu nível de qualidade absurdo. É um segundo auge do Sepultura. Cabe agora aos fãs decidirem se continuam em sua zona de conforto, se prendendo a um passado que dificilmente retornará, ou aceitam a realidade. Os que optarem pela segunda, não vão se arrepender, pois, temos aqui desde já, um dos melhores álbuns de 2020.

NOTA: 9,2

Sepultura é:
- Derrick Green (vocal);
- Andreas Kisser (guitarra);
- Paulo Jr (baixo);
- Eloy Casagrande (bateria).

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sepultura - Machine Messiah (2017)


Sepultura - Machine Messiah (2017)
(Nuclear Blast - Importado)


01. Machine Messiah
02. I Am The Enemy
03. Phantom Self
04. Alethea
05. Iceberg Dances
06. Sworn Oath
07. Resistant Parasites
08. Silent Violence
09. Vandals Nest
10. Cyber God

Você goste ou não, o Sepultura é a maior banda de Metal já surgida nesse país. Mas também é a que mais divide opiniões. Quantas vezes já não escutei frases como “o Sepultura acabou no Arise” (ou variações da mesma, trocando o nome do álbum pelo Schizofrenia ou Chaos A.D.), ou então que sem os irmãos Cavalera, não é Sepultura, ou que deveriam ter acabado após Roots, com a saída de Max. Existem também aqueles que mesmo após quase 20 anos, não conseguem aceitar a presença de Derrick Green na banda. Tem também aquela turma que critica duramente Andreas Kisser, pelo mesmo aceitar fazer participações ao lado de artistas populares. Por último, temos aqueles que realmente não gostam da música praticada pelo grupo hoje em dia, o que não tem nada de errado. A verdade é que hoje em dia, qualquer coisa parece motivo para se criticar o Sepultura.

Por outro lado, existem aqueles que nunca abandonaram a banda, mesmo em seus piores momentos. Nesse time, temos aqueles que defendem o Sepultura pela sua importância para o Metal nacional, os que os apreciam pelas suas apresentações ao vivo e até mesmo os que realmente gostam do material lançado pós-Roots. Eu particularmente estou no time que admira a banda pelo fato da mesma nunca ter se acomodado, sempre fazendo o que tiveram vontade e olhando para o futuro, nunca para o passado. A verdade é que sempre optaram pelo caminho mais difícil, musicalmente falando. Seria muito mais cômodo terem passado o restante da carreira relançando eternamente o Beneath The Remains (89) ou o Arise (91). Não receberiam a saraivada de críticas de muitos por aí e certamente seria garantia de material de qualidade.

Mas aí não seria o Sepultura, uma banda que sempre carregou uma inquietação musical grande em todas as suas fases. Se não ousassem, certamente perderíamos muito ao não ter trabalhos de grande qualidade como Chaos A.D. (93) e Roots (96), um álbum que mesmo criticado por muitos fãs “das antigas”, angariou enorme respeito em todo o mundo e elevou o nome do grupo ao hall dos grandes do Metal, além de deixar a todos com aquela eterna dúvida de até onde poderiam ter chegado se não ocorresse o traumático rompimento de Max com o restante da banda. Aliás, de lá para cá a caminhada não tem sido das mais fáceis e acidentes de percurso ocorreram. Acho que nem o mais fanático adorador da banda, pode negar que Nation (01) é um trabalho fraquíssimo e Against (98) e Roorback (03) passam longe de empolgar como um todo. Com a dupla Dante XXI (06) e A-Lex (09) a situação começou a melhorar, ao menos do ponto de vista de qualidade, mas foi com seus dois últimos álbuns, Kairos (11) e The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (13) que aparentemente a locomotiva voltou aos trilhos.


Sobre a temática de Machine Messiah, nada melhor do que usar as próprias palavras de Andreas Kisser para explicar a mesma. “A maior inspiração para o Machine Messiah é a robotização da sociedade atualmente. O conceito de um Deus Máquina que criou a humanidade, e agora parece que este ciclo chega ao fim, retornando ao ponto inicial”. Aliás vale dizer que, há tempos, o Sepultura vem se mostrando uma banda diferenciada quando falamos de conceitos para seus álbuns. E bem, falar da “robotização” de nossa sociedade não poderia ser mais atual.

Muitos certamente continuarão criticando, mas gosto muito dos vocais de Derrick Green. Me recuso a tecer comparações com Max Cavalera, isso seria injusto, já que são fases totalmente diferentes, até mesmo em matéria de sonoridade, mas aqui ele executa um belíssimo trabalho. Talvez o melhor nesses quase 20 anos de banda. Andreas Kisser é um caso à parte. Sua capacidade de forjar riffs marcantes é algo ímpar, aqui temos alguns verdadeiramente bons, e os solos, em muitos momentos, chegam a remeter ao Sepultura antigo. Para mim, um dos melhores em seu instrumento na atualidade. Paulo Jr, bem….é o Paulo Jr e você sabe exatamente o que esperar dele. É discreto e eficiente e isso já basta. Agora, Eloy Casagrande é um capítulo à parte. O cara é monstruoso, soberbo atrás de seu kit de bateria e ouso dizer que até mesmo supera Igor em seus tempos de glória. O que ele faz aqui é simplesmente espetacular.

Mas vamos ao que realmente interessa. O álbum abre justamente com a faixa título, que certamente poderá causar estranhamento em alguns. Sombria, começa com vocais limpos de Derrick, para mais à frente explodir em peso. É lenta, angustiante, tem riffs marcantes e é muito forte, mas confesso que me soou meio deslocada como faixa de abertura. Em seguida, temos a já conhecida “I Am The Enemy”, que mescla Thrash com aquele Hardcore dos anos 90, e soa simplesmente feroz e raivosa. É dessas músicas que não dá tempo ao ouvinte para respirar. E o solo vai te remeter aos melhores momentos do Sepultura no passado. “Phantom Self” é outra já conhecida e que choca já no seu início, com sua percussão e suas orquestrações (elaboradas pelo Maestro Renato Zanuto). Conta com a participação de um violinista tunisiano, trazido pelo produtor Jens Bogren para participar do álbum, o que acaba dando uma vibração mais oriental nos momentos em que o violino surge. É uma das faixas mais vigorosas e interessantes do trabalho. “Alethea” é outra música muito forte e se destaca principalmente pelo ótimo uso de percussões, não só na introdução como também durante a música. Ainda assim é a mais fraca dessa primeira metade, apesar de estar muito longe de ser ruim. Apenas não é tão marcante quanto as demais. Encerrando a primeira metade do trabalho, temos a instrumental “Iceberg Dances”, com um arranjo definitivamente empolgante e hipnótico. É uma música bem variada e temos, além de algumas passagens tribais, a utilização de um órgão, momentos que remetem ao Jazz e até mesmo à música Flamenca. E prestem atenção no trabalho da dupla Kisser/Eloy. Os caras são os donos de Machine Messiah.


A segunda metade abre com a minimalista “Sworn Oath”, que além de possuir bom groove e peso, possui melodias bem sinistras e ótimos elementos orquestrais. Sem dúvida uma música muito intensa. As passagens orquestrais (belíssimas por sinal) voltam a dar as caras em “Resistant Parasites”, pesada, raivosa e com uma pegada bem Thrash. Tem uma parte percussiva bem interessante e Eloy novamente detona. Kisser também brilha, com ótimos riffs. Isso vale também para “Silent Violence”, uma pedrada Thrash, poderosa e empolgante, dessas de te fazer quebrar o pescoço. Alternando algumas partes mais cadenciadas com outras mais velozes, é outra que vai te remeter ao Sepultura do passado em alguns momentos. Já “Vandals Nest” tem passagens bem velozes e empolgantes, mas confesso que achei ela a mais “fraca” dessa segunda metade. E olha que Casagrande e Kisser simplesmente detonam tudo durante os quase 3 minutos de duração da mesma. Para fechar o trabalho, temos “Cyber God”, que assim como a faixa de abertura, começa bem lenta, sinistra e conta com alguns vocais limpos de Derrick. Aliás, aqui temos seu melhor desempenho em todo o álbum. E sim, sei que isso já está soando chato, mas prestem atenção no trabalho de guitarra e bateria aqui. Esses caras fazem tudo parecer tão fácil.

Gravado, produzido, mixado e masterizado no Fascination Street Studios, em Örebro, Suécia,  Machine Messiah teve a chancela do onipotente, onisciente e onipresente Jens Bogren, “O Cara” quando se trata de produção nos dias de hoje. E bem, o resultado foi excelente e é visível que houve preocupação com cada detalhe aqui presente. Mas o mais incrível é que apesar disso, o trabalho soa assustadoramente orgânico e natural, mesmo que em alguns momentos estejam ocorrendo diversas coisas ao mesmo tempo na música. Em suma, não soa robótico, frio. A capa é um belíssimo trabalho da artista filipina Camille Della Rosa (http://www.camilledelarosa.net/), intitulado Deus Ex-Machina e apesar de ter sido criada 6 anos atrás, se encaixou perfeitamente com o conceito do álbum. Simplesmente uma das melhores que vi nos últimos anos.

Os detratores da banda continuarão batendo forte, afirmando que o tempo do Sepultura já passou. Ok, direito deles, afinal, cada um pensa como quiser. Mas gostando ou não, isso em nada vai diminuir a relevância dos caras e nem mudar o fato de que lançaram seu melhor trabalho nos últimos 20 anos. Sem medo de inovar, de trazer novos elementos para sua música e fazer diferente sempre, lançaram um trabalho digno da grandiosidade de sua história. E o mais importante, passam o recado para quem quiser entender, que o Sepultura pensa no futuro e não pretende viver do passado. Ainda estamos em janeiro, 2017 promete muito, mas desde já é candidato a um dos álbuns do ano.

NOTA: 9,0

Sepultura é:
- Derrick Green (vocal);
- Andreas Kisser (guitarra);
- Paulo Jr (baixo);
- Eloy Casagrande (bateria).

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

NEWS: Redquarter, Demolishment, Tellus Terror, Scelerata, Old Place, Daydream XI, HellArise, Hate For Revenge, Creptum, Coldblood, Innvein, Sepultura, Project46, Maquinarios e Torture Squad



REDQUARTER: Primeiro videoclipe da carreira está disponível

Está disponível o primeiro videoclipe da banda fluminense REDQUARTER, para o vídeo foi escolhida a música que dá nome à banda: ‘Redquarter’.

As imagens foram captadas durante a apresentação do grupo no show de lançamento do EP ‘Innersight’ em sua cidade natal, Teresópolis, Rio de Janeiro. A direção, edição e produção ficaram a cargo de Ricardo Esteves e João Tayt-Sohn, pela Radar Audiovisual.


‘Innersight’ vem sendo recebido de forma extremamente positiva pela mídia especializada e pelos fãs de música pesada. O trabalho está disponível para download gratuito no site do REDQUARTER. Para baixar, visite:


Aos que se interessarem em ajudar o grupo, o EP digital pode ser comprado em lojas especializadas em venda online. Uma versão física também está disponível para compra diretamente com a banda, por e-mail ou Facebook.

Contato para shows: shows@redquarter.com.br


FONTE: METAL MEDIA

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DEMOLISHMENT: Músicas afiadas para o show com o Belphegor este fim de semana

Tudo pronto para a apresentação do DEMOLISHMENT ao lado dos demônios austríacos do BELPHEGOR neste sábado dia 6 de dezembro no Rio de Janeiro.

“Desde que a produção nos fez o convite, estamos nos preparando para fazer este show. Estamos mega ansiosos, pois é o nosso primeiro show com uma banda internacional e de maior expressão como o Belphegor.

Primeiramente agradecemos o público da cena underground do RJ, e também todos os produtores. O reconhecimento que nós conquistamos através da nossa jornada de shows da divulgação do nosso EP foi extremamente positivo.

Podem ter certeza, não deixaremos a bola cair e faremos mais uma vez nosso melhor em cima do palco. Com a mesma fúria e agressividade de sempre!”


O evento acontece no dia 6 de dezembro na casa de shows Espaço Acústica com início marcado para as 17h. Os ingressos já estão à venda. Para a abertura dos shows, além do DEMOLISHMENT, a banda Tellus Terror também fará as honras.

O DEMOLISHMENT também finaliza as gravações de seu primeiro álbum. A produção do disco ficará toda a cargo de Juan Carlos, todas as guitarras, baixo e vocais serão gravados no KBrito Studio. A gravação de bateria, mixagem e masterização será toda feita no Estúdio AM no Rio de Janeiro, o engenheiro de som e vocalista da banda Unearthly, Felipe Eregion, será o responsável por essa parte do trabalho.

A banda recentemente disponibilizou seu mais recente EP ‘Our Fury Is Unleashed’ para audição gratuita. Para conferir as quatro músicas que compõem o trabalho visite:

Contato para shows e merchandise: contato@demolishment.com.br


FONTE: METAL MEDIA

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TELLUS TERROR: Entrevista ao vivo para o programa Roadie Metal quinta-feira


O vocalista Felipe Borges do TELLUS TERROR concederá uma entrevista ao vivo para o programa ROADIE METAL nesta quinta-feira.

O programa vai ao ar pontualmente as 20h30 e continua até às 23h. Além da entrevista, por volta das 22h, o programa tocará músicas da banda e clássicos do Metal. Para ouvir de qualquer lugar do Brasil, visite o site:

O programa é reprisado no sábado às 15h. O programa ROADIE METAL também vai ao ar na webradio Metal Milita (www.metalmilita.com.br) na segunda-feira às 20h, na quarta-feira às 10h e no domingo ás 16h.

Este não será o único compromisso importante do TELLUS TERROR na semana. No sábado, a banda abre o show dos austríacos do BELPHEGOR, show que conta ainda com a também carioca Demolishment.


O evento acontece neste dia 6 de dezembro no Espaço Acústica no Rio de Janeiro. O início está marcado para as 17h.

Não deixe de conferir dois lyric videos retirados do trabalho:





FONTE: METAL MEDIA

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SCELERATA: Assista Francis Cassol em ‘drum cam’ no Metal Drummer Festival


O baterista do SCELERATa, Francis Cassol, acaba de lançar um vídeo com sua performance para a música ‘Breaking The Chains’. O vídeo foi gravado na primeira edição do festival Metal Drummer Fest, em Porto Alegre.

Neste dia o evento ainda contou com os bateristas Eduardo Baldo (Hibria) e Renato Siqueira (It’s All Red) e com Dave Lombardo, que comandou as baquetas de bandas como Slayer e Testament.

Recentemente, o SCELERATA liberou para audição a música ‘Twilight Of The Gods’, que a nova formação da banda regravou para o tributo brasileiro aos 30 anos do Helloween, organizado pelo fã-clube do grupo em nosso país.
 
Confira:




FONTE: METAL MEDIA

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OLD PLACE: Participando de compilação de bandas goianas

O OLD PLACE é uma das bandas a participar do compilado ‘Goiás Extremo’, trabalho com direção musical e produção executiva de Guilherme Aguiar Leal. O trabalho, como o título entrega, é focado apenas em bandas do estado de Goiás.


Para a compilação, o OLD PLACE escolheu a música ‘My Last Word’, de seu mais recente trabalho ‘Breathing The Ashes’, que está prestes a ser lançado pelo selo britânico Raptors Music. Confira o tracklist completo:

Revolted – Your Faith Is What Destroys You
Gomorrah In Blood – The Cancer Of The World
Old Place – My Last Word
Spiritual Carnage – Nothing Can Heal
Heia – Onde As Trevas Predominam
Abstrakta – Ressurreição
Ressonância Mórfica – Banzeiro Nocivo
Half Bridge – Lost
Tahra – Pobre Sem Razão
Ghon – Nictophobia
Drakkar – Mantra Sinistro Dos Dogmas Da Humanidade
Heretic – I Am Shankar
Suttura – Overlook
Feather Of Icarus – Waves
Kamura – Killing Fears
Aurora Rules – Dois Lados
The Revengers – Revenger
Mario Megatallica (Feat. Luis Maldonalle) – Tempus Tenebris
Heaven´s Guardian – Game Is Over

Para ouvir e baixar gratuitamente o trabalho visite o link: www.goiasextremo.blogspot.com.br

A banda segue na divulgação do EP. ‘Breathing The Ashes’ foi gravado no Fantom Studios e conta com cinco músicas. A capa foi feita pelo artista Rogério Paulo Menezes.

Um lyric video para a faixa-título também foi lançado. Vale lembrar que a música conta com a participação especial do vocalista Pedro Cipriano da banda Mugo, confira:


Contato para shows e merchandise: oldplacerock@gmail.com


FONTE: METAL MEDIA

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DAYDREAM XI: Entrevista para o Headbangers LatinoAmerica (espanhol)



Contato para shows e merchandise: contact@daydreamxi.com


FONTE: METAL MEDIA

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HELLARISE: Entrevista para o New Horizons Zine


NHZ: Com essa nova formação lançou recentemente o EP Functional Disorder, que conta com cinco faixas e uma gama de estilos que engloba os extremos do metal e até o hard rock. O que estão achando da resposta da galera com o novo trabalho?
Flávia: Até o momento a recepção tem sido bem positiva. Só reviews e comentários bons! Não que criticas não sejam bem vindas – a gente jura que não acha ruim e não manda tirar do ar e nem boicota ninguém, tá (risos)? Mas é bom saber que o pessoal está gostando de verdade!



Contato para shows e merchandise: contact@hellarise.com


FONTE: METAL MEDIA

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HATE FOR REVENGE: “Heavy Metal de bater cabeça” – Arena Metal PE


“O material é curto tem apenas 3 faixas, mas de um tradicional Heavy Metal de bater cabeça e erguer os pulsos chifrudos. A guitarra é o destaque deste material.”



Contato para shows e merchandise: hateforrevenge@outlook.com


FONTE: METAL MEDIA

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CREPTUM: Entrevista para o Heavymetal Breakdown


HMB: O que você acha de bandas que banalizam o ocultismo e a ciência negra e partem para a agressão propriamente dita? Não seria por casos como este que o público em geral tem uma visão um tanto distorcida do que o Black Metal se tornou?
Tanatos: Não acho que seja apenas uma banalização. Vejo mais como uma dificuldade de interpretar as coisas. Se você pegar uma religião de dogmas como o cristianismo, “virar de ponta cabeça” e começar a cagar regras e verdades absolutas, você faz exatamente as mesmas coisas, não há diferença. Talvez seja por isso que, uma grande parte das pessoas com a mente mais fechada tendem em abandonar o estilo e se juntar à religião. Há uma necessidade de seguir regras, e fica difícil se desvincular. Acredito que uma emancipação do ser humano seja a ideia mais próxima de um Black Metal puro.


‘The Age Of Darkness’ pode ser ouvido de forma gratuita pelo link:


FONTE: METAL MEDIA

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COLDBLOOD: Entrevista para o Metal Clube


Metal Clube – O mercado da música vive um momento diferente do passado, aonde a internet tem sido muito usada para downloads e muito se questiona sobre o apoio a bandas brasileiras. Qual o grande diferencial do banger que assistia aos primeiros shows da banda para os de hoje?  
MKult – No passado você tinha menos acesso e dificuldade maior para conseguir informação e  material de uma banda, hoje com a tecnologia avançada e as redes sócias o fã tem mais facilidade em adquirir os artefatos e informações sobre as bandas.


Contato para shows e merchandise: metalkultbooking@gmail.com


FONTE: METAL MEDIA

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INNVEIN: “É de ser aplaudido de pé” – Hell Divine


“O Innvein consegue mesclar um Prog Metal bem original com pitadas de Symphonic e Power Metal, bem interessantes! “Timeless” é o nome do álbum que pode, e deve, colocar a banda entre as grandes do continente sul americano (e por que não do mundo). Os caras deram vida a um trabalho que poucas bandas hoje conseguem, uma riqueza e variação em um estilo que, se não souber como usá-lo, se torna chato e obsoleto, fazendo com que a banda se torne apenas mais uma entre tantas. O nível de perfeição encontrado em cada músico aqui é de ser aplaudido de pé.”




FONTE: METAL MEDIA

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SEPULTURA, DEAD FISH e PROJECT46 agitam Curitiba neste sábado


Sepultura, Dead Fish e Project46 são as principais atrações da primeira edição do AMPLITUDE ROCK FESTIVAL fora do Estado de São Paulo. Os três grupos chegam em Curitiba prometendo estremecer a capital paranaense neste final de semana.

O evento que acontece neste sábado (06/12), no Spazio Van, também contará com a apresentação de nomes como No Way, Brave Heart, Krucipha e Fire Shadow.

Os ingressos continuam à venda em Curitiba, Fazenda Rio Grande, Ponta Grossa, Guaratuba, Paranaguá, Blumenau e pela internet, através da Disk Ingressos (http://www.diskingressos.com.br/evento/2405). As entradas custam entre R$ 40,00 (pista meia-entrada) e R$ 140,00 (pista VIP inteira). Mais informações no serviço abaixo.

A ideia do AMPLITUDE ROCK FESTIVAL é e tornar cada vez mais itinerante, sempre reunindo os principais nomes da música brasileira, além de proporcionar espaço aos novos artistas.

No último final de semana, o festival foi realizado em Osasco (SP) e teve em seu line up as bandas Raimundos, Dead Fish, Tihuana, Detonautas Roque Clube, Project46, Troll, Muqueta na Oreia, Naguetta, Euphúria, Suiteluxo e BQuatro.


Serviço AMPLITUDE ROCK FESTIVAL – CURITIBA

Realização Amplitude Produtora e Estúdio

Dia: 6 de dezembro
Local: Spazio Van
Endereço: BR 116 – Linha Verde, 15000, 81690-300
Hora: 15h (open doors)
Infoline: (41) 3527.8000 | www.amplitudestudio.com.br
Ingressos:
Pista: R$ 40,00 (meia-entrada) | R$ 80,00 (inteira)
Área VIP: R$ 70,00 (meia-entrada) | R$ 140,00 (inteira)

PONTOS DE VENDA:

CURITIBA
Loja Disk Ingressos Shopping Palladium
Quiosque Shopping Mueller
Quiosque Shopping Estação
Túnel do Rock: Rua Xv de Novembro, 74 – Centro | (41) 3322-4077
Garage Vintage – Pollo Shopping Alto Da Xv
Telefone Disk Ingressos: (41) 3315-0808

REGIÃO METROPOLITANA:
Fazenda Rio Grande (PR) – Loja Crystal da Moda: Av. Brasil, 2179 | (41) 3627-4542

PONTOS DE VENDAS OUTRAS CIDADES

PARANÁ
Ponta Grossa – PR:
Loja Verbo Livraria: Avenida Vicente Machado, 779 – Centro | (42) 3028-0990
Guaratuba – Guara Surf: Avenida 29 de Abril, 380 – Centro.
Paranaguá – Loja Cântarus: R. Dr. Leocádio, 207 – Centro Histórico

BLUMENAU
BLUROCK: Rua Dr.Amadeu da Luz 132 Loja 02 – Centro | 47-3237-5385



FONTE: THE ULTIMATE MUSIC

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MAQUINARIOS: confira apresentação do Show Livre na íntegra


Uma das grandes revelações do Rock/Metal cantado em português, o MAQUINARIOS participou do Show Livre e apresentou algumas das novas músicas que farão parte do primeiro álbum de estúdio, como “Vulto Negro”, “Ignição”, “Veneno, Sangue e Destroços” e “Um Grito na Noite”, além das clássicas “Além da Estrada” e “Seis Milhas para o Inferno”, lançadas no EP de estreia de mesmo nome.

Em entrevista ao Clemente explicaram como foi realizada a campanha pra tocar no programa, o início das atividades da banda, sonoridade, o trabalho com o produtor Marcelo Pompeu e mais!


Links relacionados:

FONTE: ISLAND PRESS

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 TORTURE SQUAD: anuncia parceria com a Soundbox


O Power trio TORTURE SQUAD anunciou parceria com a Soundbox, empresa especializada em sistemas de áudio profissional. A marca, que chama a atenção pela sua qualidade, busca excelência e demonstra isso no cuidado e dedicação às necessidades do artista.

“A Soundbox busca incansavelmente aperfeiçoar seus projetos e, por isso, sempre estão atentos às nossas necessidades. Essa filosofia de trabalho vem de encontro ao pensamento da banda, que procura sempre evoluir também em todos os aspectos”, comentou o vocalista/guitarrista André Evaristo.

Assista a um vídeo da banda ensaiando com equipamento: http://youtu.be/lg2dsC8_RMg

Para conhecer mais sobre a empresa:
 (011) 4661-1014/4661-1473

O grupo segue promovendo o mais recente álbum “Esquadrão de Tortura” (2013) com a turnê ‘Tortura na Estrada 2014’.

Para celebrar essa ótima fase, o TORTURE SQUAD convida a todos para a gravação de seu segundo DVD “Coup d’État Live”, que será gravado ao vivo no Blackmore Rock Bar, em São Paulo/SP, no próximo dia 20/14. Não perca!

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FONTE: ISLAND PRESS

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