01 - Alpha - Anteludium 02 - Abyss of Time - Countdown to Singularity 03 - The Skeleton Key 04 - Seal of Solomon 05 - Gaia 06 - Code of Life 07 - Freedom 08 - Kingdom of Heaven Part 3 - The Antediluvian Universes 09 - Rivers 10 - Synergize - Manic Manifest 11 - Twilight Reverie - The Hypnagogic State 12 - Omega - Sovereign of the Sun Spheres
Detratores do Epica vão dizer que já sabem exatamente o que vão encontrar em um álbum dos holandeses. Ele vai começar com uma introdução sinfônica, vai ter uma faixa-título, uma canção na casa dos 10 minutos, bem épica, com seus coros e orquestrações, vocais estilo “bela e fera”, refrões fáceis e claro, aquela baladinha que é “de lei”. Bem, realmente, você vai encontrar tudo isso em Ωmega, não dá para negar. Mas sejamos sinceros, previsibilidade só é ruim, quando a música é igualmente ruim, e esse não é o caso aqui. Ao contrário, para quem é amante de Metal Sinfônico, o 8º álbum de estúdio do Epica vai agradar muito.
Desde The Divine Conspiracy (07) que o Epica vem refinando e aperfeiçoando o seu som, lançamento após lançamento, e isso fez com que a banda chegasse em um ponto onde sua sonoridade é inconfundível e facilmente identificada. A verdade é que você não encontra uma banda que soe como eles, que possa se dizer que faça um som idêntico, mesmo que todos os clichês do Metal Sinfônico estejam presentes em suas músicas. Isso só reforça o que eu digo, que o problema não é se utilizar de clichês, mas a forma como você o faz. Aqui é tudo muito bem feito.
Como de praxe, estamos diante de um álbum muito consistente, onde, sobre uma base Power/Prog Sinfônica, a banda agrega elementos de estilos diversos, como Thrash, Death, Black, Folk e até mesmo música étnica. Tudo isso surge salpicado em momentos pontuais nas canções. As orquestrações, simplesmente bombásticas, ficaram a cargo da The City of Prague Philharmonic Orchestra, e soam épicas. Ainda sim, aquele equilíbrio entre as partes sinfônicas e o Heavy Metal, se faz presente, muito em virtude dos riffs, que soam bem pesados em diversos momentos. Os coros, que como em álbuns anteriores, foram obra do PA'dam Chamber Choir, estão mais exuberantes do que nunca. Todos os músicos encontram espaço para brilhar individualmente em algum momento do álbum, mas Simone Simons se sobressai, isso é algo inegável. A cada lançamento ela consegue brilhar mais com sua voz.
O álbum começa com o prelúdio sinfônico “Alpha - Anteludium”, que cumpre bem o seu papel de preparar o ouvinte para o que está por vir. É a calmaria que antecede a tempestade. “Abyss of Time - Countdown to Singularity” já chega com os guturais de Mark Jansen alternando com os vocais líricos de Simone. É como se estivéssemos diante de um jogo de luz e sombras, que por mais que alguns possam julgar clichê, é muitíssimo bem feito. Não podemos deixar de citar as belíssimas orquestrações e as melodias agradáveis. Decididamente, um bom início. Na sequência, temos uma das faixas mais marcantes do álbum, “The Skeleton Key”, pesada, com um refrão marcante, e simplesmente perfeita para a voz de Simone Simons. “Seal of Solomon” chega mesclando orquestrações bombásticas com melodias orientais, com um resultado incrível. Os coros também se destacam, e os urros de Jansen se alternam com a voz de Simone durante toda a música, em uma espécie de Yin e Yang. “Gaia” já começa com um ótimo coro, e se mostra bem variada, equilibrando bem o peso do Metal com as partes sinfônicas. A excelente “Code of Life” começa com um prelúdio oriental - que conta com a participação de Zaher Zorgati, do Myrath -, que aos poucos vai se fundindo com as orquestrações, se mantendo assim durante toda a música. As melodias vocais também são um ponto de destaque.
A segunda metade do álbum abre com a pesada e grooveada “Freedom - The Wolves Within”, com um bom trabalho das guitarras e um refrão que te pega fácil. Vale destacar também os coros, simplesmente ótimos. Na sequência, o ponto álbum do álbum, a excelente “Kingdom of Heaven Part 3 - The Antediluvian Universes”. É sem dúvida alguma o ponto central do trabalho, e, apesar dos seus mais de 13 minutos - que você nem percebe passar -, se mostra bem direta, além de esbanjar peso. Em certas passagens, a banda resvala de leve no Death Metal, e se não acredita, basta fazer a audição. Ariën van Weesenbeek se superou no trabalho de bateria dessa faixa. “Rivers” é a balada do álbum, altamente emocional, com lindas orquestrações, e performance primorosa de Simone Simons. “Synergize - Manic Manifest” tem ótimos riffs, e um trabalho memorável de baixo e bateria, com direito inclusive a blast beats. Para encerrar o álbum, temos “Twilight Reverie - The Hypnagogic State”, onde Simone domina a música do início ao fim, e a excelente “Omega - Sovereign of the Sun Spheres”, uma das grandes composições da carreira da banda, diversificada, pesada e refinada.
No quesito produção, o Epica não arriscou, e mais uma vez ela ficou a cargo de Joost van den Broek, que também fez a mixagem do trabalho. Da mesma forma, masterização foi realizada novamente por Darius van Helfteren. O resultado é aquele que o fã já está acostumado, ou seja, tudo muito limpo, cristalino e asséptico, o que pode incomodar aqueles que apreciam algo com mais vida. Ainda sim, vale dizer que se comparada com o álbum anterior, The Holographic Principle, ela soa mais viva. Já a bonita capa é obra de Stefan Heilemann, outro que vem trabalhando com a banda faz algum tempo.
O resultado de Ωmega está dentro daquilo que todo fã do Epica espera e sonha. Um álbum de composições fortes, variadas, mas que segue o padrão Epica de fazer música. Não vou ousar e dizer que esse é o melhor trabalho de sua carreira, mas sem dúvida alguma, é o mais bem estruturado, eficiente e equilibrado. Simplesmente imperdível para os fãs da banda.
Epica - The Solace System (EP) (2017) (Nuclear Blast/Shinigami Records)
01. The Solace System 02. Fight Your Demons 03. Architect Of Light 04. Wheel Of Destiny 05. Immortal Melancholy 06. Decoded Poetry
Não nego que por muito tempo eu tinha os dois pés atrás com o Epica. Por mais que eu soubesse que seus fãs amavam álbuns como The Phantom Agony (03) e Consign to Oblivion (05), a banda realmente não me empolgava. Por mais ridículo que possa soar o que vou falar agora, para mim não passava “daquela banda holandesa com a vocalista ruiva bonitinha pela qual o povo aí fica babando”. E sinceramente, continuei com essa visão meio tosca até o lançamento de Requiem for the Indifferent (12), o álbum que disparou um gatilho interno e de certa forma me tornou fã do trabalho do sexteto formado hoje por Simone Simons (vocal), Mark Jansen (guitarra/vocal), Isaac Delahaye (guitarra/vocal), Rob van der Loo (baixo), Coen Janssen (teclado) e Ariën van Weesenbeek (bateria/vocal).
A maturidade musical que o Epica vem mostrando desde então é algo que me impressiona. Mais do que nunca, souberam trazer sua música para os tempos atuais, mas sem deixar de lado qualquer uma de suas características básicas, e seu trabalho anterior, The Holographic Principle (16) é a maior prova disso. E o que temos aqui em The Solace System é a continuação natural deste, até porque as músicas aqui presentes foram compostas na mesma época e só não entraram no álbum por uma questão limitação de espaço do CD, e de o formato de CD duplo não ser algo do agrado da banda. Dessa forma, optaram por guardar as canções e soltar um EP em 2017.
O mais legal é que, apesar de teoricamente serem sobras de estúdio, na prática todas poderiam ter entrado em The Holographic Principle sem qualquer problema. A qualidade das 6 músicas aqui presentes é exatamente a mesma do trabalho principal, o que acaba por fazer desse um material que o fã precisa ter em sua coleção, já que não se trata de um simples caça-níquel. Os vocais de Simone estão ali, no centro de tudo, brilhando cada vez mais, e as orquestrações e coros são definitivamente grandiosos. As guitarras soam pesadas, e com uma sonoridade bem moderna, o que dá um diferencial à banda, pois sua música não soa parada no tempo. É esse peso que acaba por colocar o Epica bem à frente da concorrência, já que o Sinfônico nunca prevalece sobre as guitarras, mas sim as complementa. É um álbum de Heavy Metal acima de tudo.
Definir as 6 canções aqui presentes é muito simples. É um Power/Prog Metal Sinfônico, com alguns elementos típicos do Death Metal surgindo aqui e ali, pesado, agressivo e grandioso, com partes sinfônicas e coros bombásticos e impactantes. Abrindo o EP temos “The Solace System”, que de cara nos entrega corais explosivos (que perpassam toda a canção), seguidos de guitarras pesadas e ótimas melodias. Se a abertura já impressiona, o que dizer da música seguinte, “Fight Your Demons”. As orquestrações e coros são de cair o queixo, acompanhadas de muito peso, melodias grudentas e com uma dinâmica vocal muito boa. Por mais que seja algo clichê, essa mistura dos vocais de Simone com os guturais de Jansen funciona com perfeição para o Epica. “Architect Of Light” mantém o nível do EP no alto, com ótimas guitarras e um refrão empolgante, enquanto “Wheel Of Destiny” se mostra bem variada, esbanjando peso e energia. “Immortal Melancholy” é uma balada muito emocional e bonita, baseada na guitarra, algo que não me lembro da banda ter feito antes (sempre tiveram como base para as baladas o Piano), e encerrando, “Decoded Poetry”, mais uma a nos entregar muito peso unido a orquestrações marcantes e grandiosas.
Toda a parte de produção ficou por conta de Joost van den Broek e Jacob Hansen, e em nada difere do que tivemos em The Holographic Principle, até porque como já dito, tudo saiu das mesmas sessões de gravação. A capa, novamente ficou por conta de Stefan Heilemann, e também remete em alguns aspectos à do trabalho anterior. O Epica, mais do que tudo, soa enérgico e intenso, e mesmo com tanta coisa ocorrendo ao mesmo tempo, a verdade é que suas canções conseguem soar bem orgânicas e naturais, algo raro nos dias de hoje. E que bom que resolveram presentear seus fãs com tais músicas, pois seria um pecado músicas de tamanha qualidade ficarem esquecidas.
NOTA:91
Epica é: - Simone Simons (vocal) - Mark Jansen (guitarra/vocal) - Isaac Delahaye (guitarra/vocal) - Rob van der Loo (baixo) - Coen Janssen (teclado) - Ariën van Weesenbeek (bateria/vocal)
Epica - The Holographic Principle (2016) (Nuclear Blast - Importado)
01. Eidola 02. Edge of the Blade 03. A Phantasmic Parade 04. Universal Death Squad 05. Divide and Conquer 06. Beyond the Matrix 07. Once upon a Nightmare 08. The Cosmic Algorithm 09. Ascension - Dream State Armageddon 10. Dancing in a Hurricane 11. Tear Down Your Walls 12. The Holographic Principle - A Profound Understanding of Reality
Logo que o Epica surgiu com seus primeiros trabalhos, eu não conseguia entender a empolgação de muitos com seu som. Seu Metal Sinfônico era muito mais sinfônico do que qualquer outra coisa e as guitarras eram apenas mero detalhe meio às partes orquestrais e ao vocal operístico de Simone Simons, por mais que ainda assim soassem mais pesados que seus pares. Mas desde Requiem for the Indifferent (12), já com o guitarrista Isaac Delahaye fazendo parte efetivamente do grupo, isso começou a mudar paulatinamente e a guitarra começou a ganhar mais espaço nas canções.
Em seu trabalho anterior, The Quantum Enigma (14), o Epica parecia ter chegado a seu ápice, unindo suas características básicas com um som pesado, moderno e atual, tudo soando absurdamente natural (resenha aqui). Pois bem, perceberam que eu disse “parecia”? The Holographic Principle vem para mostrar que os holandeses podem voar ainda mais alto do que imaginei. Em seu 8º trabalho de estúdio, sua sonoridade alcançou um padrão que eu realmente não imaginava que conseguiriam.
Claro, ainda temos aqui aquela fórmula básica de como fazer uma canção do Epica, ou seja, abertura orquestrada/grandiosa, peso mesclado com elementos do Progressivo, que dão complexidade às músicas, seguido de um refrão que cativa fácil o ouvinte. A banda criou um estilo todo seu, que as outras por mais que tentem imitar, não conseguem igualar. Ajuda muito nisso também a qualidade individual de todos os seus músicos e o fato de todos terem voz na parte criativa. É isso que impede o Epica de se tornar uma banda repetitiva.
Aqui parece que conseguiram maximizar ainda mais tudo de bom que já apresentavam. Os coros estão simplesmente perfeitos e as orquestrações estão um show à parte. Pesa nisso o fato de terem trocado os samples por instrumentos reais, o que deu uma outra profundidade às suas canções. Além disso, tudo soa mais pesado e como de praxe, elementos de diversos outros estilos podem ser observados aqui. Quer um exemplo?
Podemos observar a influência de música oriental em diversas passagens por aqui, como na cativante “A Phantasmic Parade”, que conta com uma parte de coro e orquestra simplesmente fabulosa, além de ótimos guturais de Mark (algo que você vai escutar bastante nesse trabalho) e principalmente na hipnótica “Dancing in a Hurricane”, que faz jus ao título. Outro? “Ascension - Dream State Armageddon” começa com um piano e os vocais de Simone e vai crescendo aos poucos, até explodir em peso, chegando em alguns trechos a remeter àquele Black Sinfônico praticado pelo Dimmu Borgir (muito disso graças aos teclados, simplesmente fantásticos). Já “The Cosmic Algorithm” é bem Metal e abre espaço para aquele lado mais gótico dos holandeses. Aliás, o peso das guitarras no álbum todo impressiona, se lembrarmos que estamos diante de uma banda de Metal Sinfônico.
Mas existem muitos outros destaques por aqui. “Edge of the Blade” se mostra absurdamente enérgica, com um coral simplesmente incrível e Simone exibindo toda sua diversidade vocal. Vale dizer que em The Holographic Principle ela dá um enfoque muito maior aos vocais convencionais se comparado com o passado mais recente. Mas claro, seus poderosos vocais operísticos se mantêm mais que presentes durante os mais de 72 minutos de duração do álbum. Esse aspecto também pode ser observado em “Universal Death Squad”, bem intrincada, com melodias bem marcantes e ótimos guturais de Mark. “Beyond the Matrix” é outra na qual você pode pescar alguns elementos orientais nas guitarras, além de possuir um ótimo solo e o refrão mais épico do álbum. Já “Once upon a Nightmare” é uma balada que tinha tudo para soar melosa, mas que o piano/teclado de Coen Janssen, os vocais de Simone e as orquestrações e corais acabam por torná-la um dos grandes destaques de todo o trabalho. Já a faixa título, que encerra o trabalho com seus mais de 11 minutos de duração, consegue reunir tudo de bom que aqui encontramos em uma única canção, sendo o resumo e encerramento perfeito para o álbum.
Como em time que está ganhando não se mexe, na produção repetiram o time do álbum anterior, tendo a mesma sido capitaneada por Joost van den Broek (After Forever, ReVamp, Mayan, Xandria) e mixagem realizada por Jacob Hansen (Evergrey, Destruction, Pyramaze, Kamelot, Primal Fear), que conseguiram elevar ainda mais o resultado obtido em The Quantum Enigma. Ficou tão perfeita que eu diria ter tirado até um pouco da naturalidade da coisa. Infelizmente esse é um mal dos tempos atuais, mas não dá para discutir a qualidade da mesma. A premissa de não mexer no que está dando certo funcionou também para a capa, aqui feita mais uma vez por Stefan Heilemann.
The Holographic Principle é desses trabalhos que devemos degustar com calma, apreciando todas as suas nuances. Com canções muito bem construídas e pesadas, corais excelentes, orquestrações poderosas e que deram muita profundidade às canções, por serem tocadas com instrumentos reais, além de um desempenho individual de todos os músicos aqui envolvidos, o Epica entrega aos seus fãs o melhor trabalho de sua carreira, seu projeto mais grandioso e ambicioso.
E aos interessados, o CD está saindo no Brasil pela Voice, com primeira edição em digipack duplo, limitado e numerado.
NOTA: 9,0
Epica é: - Simone Simons (vocal); - Mark Jansen (guitarra/vocal) - Isaac Delahaye (guitarra) - Rob van der Loo (baixo) - Ariën van Weesenbeek (bateria/vocal) - Coen Janssen (teclado)
SHADOWS
LEGACY: Novo EP ‘Blood and Sweat’ disponível gratuitamente
Os heróis do Metal sul-mato-grossense,
SHADOWS LEGACY, estão de volta com um novo trabalho! No mesmo ano em que
lançaram o petardo ‘You’re Going Straight To Hell’, o grupo lança mais um
trabalho. Criatividade ao máximo.
Desta vez é o EP ‘Blood and Sweat’ que está
sendo lançado e o melhor: de forma gratuita!
‘Blood and Sweat’ conta com quatro músicas,
sendo uma inédita; um cover para a música ‘Portal do Inferno’ da também
sul-mato-grossense Alta Tensão, clássico grupo formado em meados do ano 1981 e
lançou três álbuns até seu encerramento nos anos 90; uma versão acústica para
“Far From the Light” e uma versão para “Hate Within” feita pelo próprio Blaze
Bayley.
Lembrando que o SHADOWS LEGACY recentemente
firmou uma parceria com o selo Arthorium Records e o álbum ‘You’re Going
Straight To Hell’ será distribuído internacionalmente pela empresa.
RHESTUS:
Videoclipe retirado de vindouro DVD está disponível
Para mostrar mais um pouco do que está por
vir em seu DVD ‘Games At War, o RHESTUS disponibiliza um videoclipe retirado do
trabalho.
A música escolhida é um clássico do grupo,
‘Bullet in Point’, lançada no álbum ‘Embryo of the Endless Sands’ no ano de
2001. Assista:
Lembrando que a banda lançou a pré-venda para
o DVD que visa levantar o capital faltante para tal iniciativa e não apenas
ajudará a banda a financiar a fabricação do trabalho, mas também dará direito
ao comprador de receber o DVD com antecedência e por um preço melhor.
A pré-venda é limitada a 200 cópias ou até o
mês de dezembro deste ano, ou seja, faltam poucos dias. O lançamento está
agendado para março de 2015.
Para comprar na pré-venda, envie um e-mail
para rhestus@yahoo.com.br e você será
guiado por todo o processo de compra.
DEVIL’S
PUNCH: Capa, título e tracklist de EP são apresentados
Gravações finalizadas, o DEVIL’S PUNCH
anuncia vários detalhes de seu novo trabalho que será um EP e leva o título de
‘Damn Road’.
O trabalho novamente apresenta uma sonoridade
calcada no Southern Metal profundamente misturada com o Heavy Metal Tradicional
e mesmo doses do bom e velho Rock’n’Roll, tudo mais maduro e mostrado a “cara”
da banda.
Falando em cara, o DEVIL’S PUNCH também
apresenta a capa de ‘Damn Road’. A arte foi criada pela artista Vivian Mota,
que já tinha sido responsável pela capa do novo EP da banda paulista HellArise.
O
EP contará com quatro músicas, confira o tracklist:
1 – Lost My Pride
2 – The End Of The Line
3 – Waste My Time
4 – Damn Road
‘Damn Road’ foi gravado no Estúdio SIOD com
produção de Umberto Buldrini e Fabiano Gill. O vocalista Jony Roque garante que
este é mais um EP para os fãs de Música Pesada se orgulhar:
“Estamos muitos satisfeitos com o resultado
que conseguimos durante todo o processo de gravação, conseguimos trabalhar com
calma e deixar tudo no seu devido lugar, agora é controlar a ansiedade até os
processos de mixagem e masterização terminarem.”
Em breve uma data oficial de lançamento será
anunciada!
[NUCLEAR
BLAST BRASIL] Epica com vídeo novo para ‘Natural Corruption’
Celebrando o final da primeira perna de sua
turnê europeia ‘The European Enigma’ o holandês EPICA lança um novo videoclipe
com cenas retiradas de alguns shows. A música escolhida foi a décima segunda
faixa de ‘Quantum Enigma’, ‘Natural Corruption’.
A banda segue para a segunda perna da turnê
pela Europa e logo depois aportará na América do Sul, com datas confirmadas em
algumas capitais do Brasil.
‘Quantum Enigma’ foi lançado este ano pela
Nuclear Blast Brasil. Depois de cinco álbuns de sucesso trabalhando com o
produtor Sascha Paeth, a banda decidiu gravar o novo álbum com Joost van den
Broek no estúdio Sandlane na Holanda. O trabalho também marca a primeira
colaboração entre o EPICA e Jacob Hansen (Volbeat, Hatesphere, Amaranthe) que fez
a mixagem.
Assista também ao clipe ‘Victims of
Contingency’:
Um lyric video para música ‘Unchain Utopia’,
confira:
Para ficar por dentro das novidades e
lançamentos da NUCLEAR BLAST BRASIL, visite a fan page no Facebook:
NUESTRO
ODIO: Novo videoclipe estreia semana que vem
O NUESTRO ODIO está preparando uma grande
produção audiovisual para ser lançada na quarta-feira da semana que vem, 10 de
dezembro.
O clipe será para a música ‘Alma Corrompida’.
Novamente a direção e edição ficaram por conta do vocalista – que também é um
conhecido videomaker – Leonardo Ronqui. Confira o teaser (não recomendado para
menores de 18 anos):
O lançamento acontece às 20h do dia dez de
dezembro no site da Metal Media (www.metalmedia.com.br).
‘Alma Corrompida’ será o primeiro clipe e
também o primeiro single do novo álbum ‘Terra de Santa Cruz’, que está previsto
para o início do próximo ano e contará com sete músicas.
O álbum está sendo gravado no Lau Studio.
Para mostrar um pouco de como está a produção do disco, a banda lançou uma
série de ‘studio reports’. Confira os dois já lançados:
IMMINENT
ATTACK: Entrevista para o site Questões e Argumentos
Saudações
Dinho, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e
Argumentos”, é uma honra entrevista-lo, como está sendo o ano de 2014 para a
banda Imminent Attack e quais os planos para o futuro?
Dinho: Muito
obrigado pelo contato, fico muito feliz em saber que curte nosso trabalho.
Este
ano de 2014 está sendo um ano cheio de boas notícias, estamos trabalhando muito
nos bastidores do negócio e acabou que estamos tocando um pouco menos,
justamente com essa pausa nos shows conseguimos assinar para nossa primeira
Tour na gringa, estamos gravando nosso 2 álbum, montando algumas coisas para o
próximo vídeo clipe, enfim…estamos trabalhando bastante.
TELLUS
TERROR: “Um dos melhores álbuns deste ano” – A Música Continua a Mesma
“não é
um trabalho que todos irão assimilar com facilidade, afinal a ousadia se faz
presente e os detalhes, muitos (a cada audição vai perceber algo novo), mas aos
que se permitirem apreciar essa obra, irão se deparar com uma banda que acima
de tudo possui muita personalidade. Afirmo sem medo que hoje, ao lado dos
brasilienses do Omfalos e do Dynahead, o Tellus Terror forma o trio mais
original do Brasil. Um dos melhores álbuns que você vai escutar esse ano.”
“Um dos
pontos positivos da banda é que ela sabe colocar no momento exato da música, um
solo extremamente melódico que faz com que você começa a entrar no mundo de
loucuras da banda, você se sente em um carro ou um caminhão, metralhando alguém
com toda a fúria possível e no fim você bate com o carro na parede e sai dele
com toda a adrenalina do mundo, a música é realmente bem composta, os músicos são
realmente muito bons, eles sabem construir a sonoridade do gênero sem deixar
que se torne tudo cansativo, e isso não é algo fácil de ser feito, muitas
bandas acabam pecando na hora de fazer uma música, elas acabam deixando uma
bateria muito repetitiva, uma guitarra que fica praticamente sempre na mesma e
isso é totalmente ruim para o som, isso prejudica muito o andamento do álbum,
isso faz com que todos que escutam o álbum fiquem cansados de escutar as
músicas e isso acaba fazendo você pular a faixa, mas essa banda sabe fazer
música e sabe mostrar seu valor, uma banda que veste o Thrash Metal do Brasil e
sem medo.”
OLD
PLACE: “Tem tudo para dar certo” – Brasil Metal História
“O
entrosamento entre os integrantes é visível, com o baixo bem ‘grooveado’
acompanhando as escalas melódicas das guitarras, como em “Awakened”. A bateria
é bem veloz em todas as faixas, com destaque para “My Last Words”. A música que
dá nome ao material não poderia deixar a desejar e, como as outras, mostra essa
mistura, que tem tudo para dar certo. Um bom trabalho para começar.”
Um lyric video para a faixa-título também foi
lançado. Vale lembrar que a música conta com a participação especial do
vocalista Pedro Cipriano da banda Mugo, confira:
LORDS
OF AESIR: “É um ótimo disco de estreia” – Arte Metal
“A
mescla do peso do Metal com a suavidade e beleza da música clássica tornou-se
mais comum, apresentando ótimas bandas e outras nem tanto. O Lords of Aesir é
mais uma banda que aposta nesta fórmula, tendo pontos positivos em alguns
quesitos cruciais como apostar em instrumentos orgânicos em seus arranjos.”
‘Dream
For Eternity…’ já está disponível para venda diretamente com a banda pelo
e-mail info@lordsofaesir.com.br ou pela loja virtual da Shinigami no link:
http://goo.gl/8mfBjs
Vou
iniciar com um parágrafo que utilizei na minha resenha para definir o som da
banda. O Gasoline Special investe em um Rock ‘n’ Roll sarcástico e nervoso, com
leve influência do Punk setentista, som enérgico e sem papas na língua.
Guitarras furiosas transitam pelo estilo e ainda adotam bases Rockabilly,
colocando o peso em evidência na medida certa. Você concorda com isso?
André
Bode: Primeiramente gostaria agradecer a todos da ARTE METAL pelo espaço!
Quanto à pergunta, acredito que essa é uma boa maneira pra expressar nossa
musicalidade, sim, eu diria que temos uma influência muito forte de Punk Rock,
principalmente de bandas Proto-Punk como Stooges e MC5, nosso lance é abusar da
intensidade, portanto tudo que tem energia e explosão está dentro das
influências, Motorhead, Ramones, Nashville Pussy, Nirvana, Black Sabbath,
Entombed, Hellacopters, Turbonegro, Fu Manchu, Nebula, Hendrix, Chuck Berry,
James Brown, etc… Está tudo ali misturado e fritando as ideias na hora de
compor as canções.
REVOLTED:
Entrevista para o site Questões e Argumentos
Saudações
Alex, muito obrigado por nos ceder essa entrevista ao nosso blog “Questões e
Argumentos”, é uma honra entrevista-los, como está sendo o ano de 2014 para a
banda Revolted e quais os planos para o futuro?
Alex: Saudações
amigos leitores, nós que agradecemos pelo espaço! O Ano de 2014 tem sido um ano
de muita ralação e trabalho duro, no começo deste ano nós lançamos nosso
primeiro disco “Revolutionary Order” e desde então estamos trabalhando a
divulgação desse material, tocando em vários eventos aqui da nossa região no
eixo Goiás e Distrito Federal, fizemos desde festivais grandes a eventos
menores, ou seja, onde nos convidam nós vamos! (risos). Nós acabamos de dar
início à produção do nosso primeiro vídeo clipe oficial, da musica
Heartbreaking, estamos agora no início dos trabalhos de captação das imagens e
o plano é lançar o clipe ainda este ano e estamos trabalho pra isso, por tanto,
os planos para o futuro próximo da banda é o lançamento do vídeo clipe oficial
e continuar trabalhando a divulgação do disco que ainda tem o seu lançamento
recente, além disso, estamos sempre em estúdio trabalhando novas composições
que inclusive já estão sendo mostradas nos shows.
A banda gaúcha WYVERN lançou recentemente
para audição, no seu canal oficial no YouTube, o seu novo single “Drag me to
Hell”.
O referido material precede o lançamento do
seu vindouro debut álbum, que ainda não possui título definido, e que será
lançado pela MS Metal Records em 2015, com distribuição confirmada no Brasil e
Europa.
FONTE: MS METAL PRESS
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CLAUSTROFOBIA
é atração de festival com Destruction no ES
Mesmo totalmente concentrado na pós-produção
do debut DVD “Visceral”, o Claustrofobia, um dos grandes nomes do heavy metal
brasileiro, só quer saber de mostrar que o seu poder sonoro está mais vivo do
que nunca.
O grupo é uma das principais atrações do Mega
Metal Fest. O evento, que acontece, neste sábado (06/12), na Mega Troops, em
Vila Velha (ES), tem confirmado line up invejável com Destruction (ALE),
Vicious Rumors (EUA), Blood Red Throne (NOR), Chakal (MG), Vulcano (SP),
Nervochaos (SP), Nervosa (SP), Zumbis do Espaço (SP), Gangrena Gasosa (RJ), Silent
Cry (MG), Siecrist (ES), Thorn Storm (ES), Merda (ES) e Deathraiser (MG).
Para esta importante exibição, Marcus
D´Angelo (vocal/guitarra), Alexandre de Orio (guitarra), Daniel Bonfogo (baixo)
e Caio D´Angelo (bateria) prometem um repertório especial, tocando músicas dos
álbuns mais antigos como “Claustrofobia”, “Thrasher” e “Fulminant”, que estavam
fora do setlist há algum tempo. Composições como “Paga-Pau”, “Thrasher”, “War
Stomp”, “Condemned”, “Enemy”, devem unir forças com as marcantes “Bastardos do
Brasil”, “Metal Malóka” e “Pinu da Granada”.
Os ingressos para o Mega Metal Fest continuam
à venda em vários pontos da cidade e pela internet (http://www.blueticket.com.br/12276/Mega-Metal-Fest/?obj=busca).
Também haverá excursões saindo de Bom Jesus do Norte (ES), Cachoeiro do
Itapemirim (ES), Colatina (ES), Linhares (ES), Iúna (ES), São Gabriel da Palha
(ES), Alto Rio Novo (ES), Caratinga (MG), Goytacazes (RJ), Teresopolis (RJ),
Cordeiro (RJ), Campos (RJ), Viçosa (MG), Ipatinga (MG), Muriaé (MG) e Valadares
(MG). Mais informações no serviço abaixo.
Ao longo de diversas turnês e participações
nos mais importantes festivais do Brasil, o Claustrofobia comemora duas décadas
de carreira seguido a mesma proposta, independente de tendências, transitando
do mais sujo underground aos palcos mainstream, com o mesmo respeito e atitude,
sempre se mantendo fiel a sua peculiar sonoridade.
Já dividiram o palco com nomes consagrados,
como Sepultura, Raimundos, Destruction, Napalm Death, Krisiun, Brujeria, In
Flames, Ratos de Porão, Paul Di’Anno, Soulfly e Edy Rock e KL Jay (Racionais
MC’s).
Disco após disco, show após show, o grupo
cresceu e tem desenvolvido uma legião fiel de fãs, que faz questão de mostrar a
paixão que sente pelo grupo. Produtores interessados em contratar o espetáculo
do Claustrofobia devem entrar em contato através do e-mail contato@claustrofobia.com.br.
MEGA METAL FEST apresenta Destruction (ALE), Vicious
Rumors (EUA), Blood Red Throne (NOR), Chakal (MG), Claustrofobia (SP), Vulcano
(SP), Nervochaos (SP), Nervosa (SP), Zumbis do Espaço (SP), Gangrena Gasosa
(RJ), Silent Cry (MG), Siecrist (ES), Thorn Storm (ES), Merda (ES) e
Deathraiser (MG)
Data: 06 de dezembro de 2014
Local: Mega Troops
End: Rua Amazonas s/n , Bairro Jokey
Abertura dos Portões: 13h | Início dos shows: 14h
Ingressos:
Pista 2º Lote R$ 40,00 | Pista 3º Lote R$ 50,00
Camarote 2º Lote R$ 60,00 | Camarote 3º Lote R$ 70,00
Ingresso online: http://www.blueticket.com.br/12276/Mega-Metal-Fest/?obj=busca
Pontos de Venda: Songs – Shopping Vila Velha e Laranjeiras | Via Rock – Jardim
da Penha | Discovery Discos – Centro de Vitoria | Hamma Hamma Tattoo – Praia da
Costa
Excursões saindo de Bom Jesus do Norte (ES), Cachoeiro do Itapemirim (ES),
Colatina (ES), Linhares (ES), Iúna (ES), São Gabriel da Palha (ES), Alto Rio
Novo (ES), Caratinga (MG), Goytacazes (RJ), Teresopolis (RJ), Cordeiro (RJ),
Campos (RJ), Viçosa (MG), Ipatinga (MG), Muriaé (MG) e Valadares (MG). Contato
pelo telefone (27) 999.022.239
Classificação: 16 anos. Menor apenas com autorização escrita dos pais ou
responsável e acompanhado de maior indicado pelos mesmos.
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e HammaHamma Tattoo.