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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Destruction - Born to Perish (2019)


Destruction - Born to Perish (2019)
(Nuclear Blast/Shinigami Records - Nacional)

01. Born To Perish
02. Inspired By Death
03. Betrayal
04. Rotten
05. Filthy Wealth
06. Butchered For Life
07. Tyrants Of The Netherworld
08. We Breed Evil
09. Fatal Flight 17
10. Ratcatcher
11. Hellbound (bonus track)

O status de lenda do Thrash Metal mundial conquistado pelo Destruction, não pode e nem deve ser discutido. Estamos falando de uma das bandas mais influentes e seminais do estilo, membro do Big 4 Teutônico, ao lado de Kreator, Sodom e Tankard, e responsável por clássicos indiscutíveis nos anos 80, como o EP Sentence of Death (84), além dos maravilhosos Infernal Overkill (85) e Eternal Devastation (86). É verdade que após o “retorno” em 2000, com All Hell Breaks Loose, alternaram entre ótimos lançamentos, como The Antichrist (01), trabalhos medianos, como Inventor of Evil (05), e outros sem muita inspiração, caso do fraco Spiritual Genocide (12), mas com Under Attack as coisas aparentemente voltaram a entrar nos eixos.

Descontando a fase compreendida entre 1994 e 1998 – que rendeu dois EP’s, Destruction (94) e Them Not Me (95), e um álbum, The Least Successful Human Cannonball (98) –, desconsiderada pela banda no que tange sua discografia oficial, e os dois álbuns de regravações, Thrash Anthems I (07) e II (17), Born to Perish é o seu 13º trabalho de estúdio, e continua do ponto em que seu antecessor parou. Marca também mudanças importantes na formação da banda, com a entrada do baterista Randy Black (Primal Fear, Annihilator, Rebellion), que substituiu Vaaver, e a inclusão de um segundo guitarrista, Damir Eskić (ex-Gonoreas), transformando-os novamente em um quarteto, algo que não ocorria desde os anos 90.

Mantendo a pegada de Under Attack, o Destruction continua o processo de aproximação com suas raízes, mas sem perder suas características mais modernas, que adquiriu desde o retorno. Tecnicamente falando, a entrada de Randy e Damir elevou o nível da banda, já que ambos são muito talentosos e agregaram qualidade. Os vocais de Schmier soam mais odiosos e corrosivos a cada lançamento, mostrando que o tempo só faz bem a sua voz. Mike dispensa apresentações, mas é indiscutível que a inclusão de Eskić tornou o que era ótimo, ainda melhor. As canções ganham uma nova dimensão, e a parede de guitarras chega a ser opressora em alguns momentos, sem contar os ótimos solos que surgem aqui e ali. Sem dúvida, temos os melhores riffs da banda em anos aqui. Quando a Randy, talvez seja o baterista mais capaz a comanda o kit da banda nessas quase 4 décadas, e seu trabalho é preciso e grandioso.


A sequência inicial é destruidora. De cara, temos a agressiva “Born To Perish”, um desses sons clássicos da banda, e perfeito para bater cabeça, seguida pela sombria “Inspired By Death”, com seus riffs fortes e afiados, e a direta “Betrayal”, uma canção capaz de empolgar até mesmo um zumbi, graças as suas ótimas guitarras e vocais variados. O álbum segue com “Rotten”, canção um pouco genérica, mas com riffs violentos e linha de baixo bem marcante; “Filthy Wealth”, com uma pegada bem Motörhead, e a densa “Butchered For Life”, que foge um pouco do padrão da banda. “Tyrants Of The Netherworld” recupera muito da fúria primal da banda, sendo impossível não lembrar dos tempos de Sentence of Death, muito pela crueldade dos seus riffs. Sem dúvida, um dos destaques aqui. “We Breed Evil” é furiosa, e conta com riffs duros e violentos; “Fatal Flight 17” é veloz e tem ótimas guitarras, e “Ratcatcher”, apesar de um pouco repetitiva, tem uma ótima linha de bateria. De bônus, temos uma ótima versão para “Hellbound”, clássico dos ingleses do Tygers of Pan Tang.

As produções mais recentes do Destruction pecavam pelo excesso de saturação, algo que foi finalmente corrigido em Under Attack e Thrash Antems. A produção, mixagem e masterização ficaram mais uma vez a cargo de V. O. Pulver (Burning Witches, Nervosa, Pänzer). O resultado é muito bom. A capa é obra de Gyula Havancsák (Accept, Blind Guardian, Grave Digger, Tankard). Estamos diante de um novo clássico, de um álbum que pode ser colocado frente a frente com os trabalhos do período inicial da banda? Não. Mas de forma algum significa que este não seja um bom trabalho, digno da história do Destruction. Sólido, bruto, e apresentando uma banda revigorada, Born to Perish, é um grito de resistência, uma prova de que Schmier, Mike e cia, ainda tem muita lenha para queimar.

NOTA: 85

Destruction é:
- Schmier (vocal, baixo)
- Mike (guitarra)
- Damir Eskić (guitarra)
- Randy Black (bateria)

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terça-feira, 20 de março de 2018

Destruction - Thrash Anthems II (2017)


Destruction - Thrash Anthems II (2017)
(Nuclear Blast/Shinigami Records - Nacional)


01. Confused Mind
02. Black Mass
03. Front Beast
04. Dissatisfied Existence
05. United By Hatred
06. The Ritual
07. Black Death
08. Antichrist
09. Confound Games
10. Rippin’ You Off Blind
11. Satan’s Vengeance
12. Holiday In Cambodia (Bonus Track - Dead Kennedys Cover)

Quando uma banda consagrada dentro de seu estilo resolve regravar velhos sucessos, a recepção por parte dos fãs mais antigos não costuma ser das melhores. Confesso que eu mesmo tenho um pé atrás com esse tipo de iniciativa, desaprovando-as em certas ocasiões. E vale dizer que nem sempre isso se dá pelo fato de o ouvinte estar arraigado a tradicionalismos, mas sim porque certas canções soam perfeitas em sua forma original, e nada do que se faça com elas as tornarão superiores às suas versões originais.

Em 2007 o Destruction lançou Thrash Anthems, um álbum que trazia para o século XXI antigos clássicos de seu repertório. O resultado divide opiniões até hoje, tendo uma parcela de seu público que o aprovou com louvor, e outra que não se empolgou tanto. Dez anos se passaram e os alemães resolveram fazer nova investida nesse sentido, dessa vez com uma campanha de financiamento coletivo no site PledgeMusic, onde não só os fãs ajudaram a financiar o álbum, como também escolheram o repertório. Ele chegou às mãos dos fãs em julho de 2017 e em novembro a Nuclear Blast resolveu fazer seu lançamento mundial.


Dos anos 80 para cá, Schmier e Mike cresceram como músicos, e Vaaver certamente é o melhor baterista, do ponto de vista técnico, a passar pelo Destruction. A produção também é infinitamente superior, soando limpa, com as guitarras mais fortes e pesadas, mantendo até mesmo a força dos riffs originais. Tudo isso se reflete no resultado final, já que, acima de qualquer coisa, temos um trabalho muito sólido. Mas aí vem aquela pergunta: as versões aqui ficaram superiores às originais? Não, de forma alguma. A verdade é que essas canções são temas únicos justamente por aquele clima inigualável que elas possuem e que de forma alguma poderia ser reproduzido 3 décadas depois.


Mas veja bem, isso não faz de Thrash Anthems II um álbum dispensável. Em primeiro lugar, o repertório foi muito bem escolhido pelos fãs, e cobre todos os trabalhos da banda desde a demo Bestial Invasion of Hell (84) até Cracked Brain (90). Além disso, mesmo que as versões não soem superiores às originais, ainda sim ficaram muito boas, já que soam mais vivas do que nunca. Além do mais, é uma forma de apresentar, com uma roupagem mais moderna, antigos clássicos da banda para uma geração que não é tão apegada àquela sonoridade tipicamente oitentista, ou que não tem fácil acesso ao material do período. Os maiores destaques ficaram por conta de “Confused Mind” (Eternal Devastation (86)), “Black Mass” (Sentence of Death (84)), “Black Death” (Infernal Overkill (85)), “Rippin’ You Off Blind” (Cracked Brain (90), originalmente com vocais de André Grieder) e “Satan’s Vengeance” (Bestial Invasion of Hell/Sentence of Death (84)). Vale dizer que ainda temos um cover para “Holiday In Cambodia”, do Dead Kennedys, e participações especiais dos guitarristas Ol Drake (ex-Evile), Michael Amott (Arch Enemy) e V.O. Pulver (Pänzer).

Toda a parte de produção mais uma vez ficou por conta de V.O. Pulver, com ótimos resultados, já que deixou tudo limpo, claro, agressivo e pesado, mas sem saturação em excesso (um problema de trabalhos passados do Destruction). A capa, como vem ocorrendo já há algum tempo, foi obra de Gyula Havancsák. Se você é desses fãs mais puristas e radicais, existe sim a possibilidade de não gostar tanto assim de Thrash Anthems II, mas se você faz parte da geração mais nova de fãs desse gigante do Thrash alemão, certamente esse é um álbum que vai te agradar em cheio. Pode não ter o brilho dos velhos clássicos, mas é sólido, correto, respeitoso e acima de tudo, de qualidade.

NOTA: 83

Destruction é:
- Schmier (Vocal/Baixo);
- Mike (Guitarra);
- Vaaver (Bateria).

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Destruction - Under Attack (2016)


Destruction - Under Attack (2016)
(Voice Music/Nuclear Blast - Nacional)


01. Under Attack
02. Generation Nevermore
03. Dethroned
04. Getting Used to the Evil
05. Pathogenic
06. Elegant Pigs
07. Second to None
08. Stand up for What You Deliver
09. Conductor of the Void
10. Stigmatized
Bônus
11. Black Metal (Venom cover feat. Alex Camargo)
12. Thrash Attack (Re-recorded)
13. Princess Of The Night (Saxon cover)
14. Carnivore [Guest Version]

Se descontarmos a controversa e hoje renegada fase pós Cracked Brain (90), que rendeu os EP’s Destruction (94), Them Not Me (98) e o álbum The Least Successful Human Cannonball (98) – nenhum consta na discografia oficial da banda – Under Attack é o 13º álbum de estúdio dessa verdadeira instituição do Thrash alemão.

Desde o retorno de Schmier, o Destruction vem mantendo uma constância de lançamentos, sendo que o maior hiato se deu justamente entre seu último trabalho em 2012 e esse Under Attack. E bem, acho que nem o mais fanático vai negar a inconstância dos lançamentos nesse período. Se por um lado, o início rendeu álbuns muito bons, como All Hell Breaks Loose (00) e The Antichrist (01), depois a banda entrou em uma descendente, seguida de trabalhos medianos, caso de Metal Discharge (03) e Inventor of Evil (05) e outros repetitivos, mais precisamente os dois últimos, Day of Reckoning (11) e Spiritual Genocide (12). Foram oito álbuns em doze anos, estando ai talvez a motivação para tal fato. Um outro fator que incomodava demais era a produção excessivamente saturada dos últimos álbuns, algo que certamente prejudicava em muito o resultado final.


Bem, então vamos às boas notícias. A primeira delas é que deixaram de lado toda a saturação da produção, procurando fazer algo mais simples. A segunda e melhor notícia é que essa simplificação também se refletiu no som, já que aqui o Destruction soa como uma versão mais moderna daquilo que escutávamos nos anos 80. Mas calma, não estou aqui querendo fazer comparações com clássicos do porte de Sentence of Death (84), Infernal Overkill (85) ou Eternal Devastation (86), até porque esses são inigualáveis, mas sim que o clima remete a esse período. Muito disso se dá pelo fato de terem saído do comodismo e nitidamente tocado com a faca entre os dentes em Under Attack.

O resultado final acabou sendo muito bom, talvez o melhor trabalho da banda desde All Hell Breaks Loose. Soando bem mais orgânico, bem mais cru, podemos notar uma maior versatilidade em diversos aspectos. Um exemplo são os vocais de Schmier, que apesar de manter sua sonoridade característica, se mostra mais variado. Mostrando que realmente resolveram sair da zona de conforto dos últimos álbuns, estão menos agressivos, mas soando muito mais enérgicos, mantendo assim o peso com o qual estamos acostumados. Mike faz um belo trabalho nas guitarras e, além de termos uma quantidade muito maior de riffs aqui do que vinha sendo apresentado, eles têm mais cara de Destruction, algo que não vinha ocorrendo. Vaaver apresenta seu melhor trabalho de bateria desde que entrou para o grupo alemão, esbanjando criatividade e técnica, se mostrando muito mais presente nas canções.


Quer ter uma amostra desse “novo” Destruction? Pode começar por “Under Attack”, agressiva e onde Schmier se destaca nos vocais, passar para a furiosa “Generation Nevermore”, com seu refrão grudento, seguir pela pesada e cativante “Dethroned” e finalizar em “Pathogenic”, com seu riffs destruidores e que remete diretamente ao passado glorioso da banda.

A produção ficou a cargo da própria banda, em parceria com V.O.Pluver, que já trabalha com a banda há algum tempo e cuidou da mixagem e masterização. Como já dito, o resultado final ficou muito bom, já que não soa saturado como os anteriores e está bem mais orgânico. Já a capa ficou mais uma vez por conta de Gyula Havancsák (Annihilator, Elvenking, Grave Digger, Stratovarius, Týr, Witherscape), em uma parceria que vem desde Inventor of Evil.


Soando como não soava há muito tempo, o Destruction sacudiu a poeira e resolveu mostrar todo o seu potencial, em um dos melhores trabalhos de sua carreira. Estava cansado daquele som repetitivo e saturado dos últimos trabalhos? Talvez devesse dar então uma chance a Under Attack. E para os fãs, no Brasil está saindo através da Voice, uma versão em digipack, limitada, numerada e exclusiva com 4 faixas bônus (o cover do Saxon só é encontrado na versão brasileira), incluindo um cover do Venom com participação de Alex Camargo, do Krisiun. Ou seja, vale a pena o investimento.


NOTA: 8,5

Destruction é:
- Schmier (vocal/baixo)
- Mike (guitarra)
- Vaaver (bateria)

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

NEWS: Novidades sobre Paradise Lost, Burzum, Anthrax, Motorhead e Destruction.



Paradise Lost: novo álbum a caminho e show com Orquestra.


Em recente entrevista a rádio búlgara Tangra Mega Rock, o vocalista Nick Holmes e o guitarrista Greg Mackintosh comentaram sobre o novo álbum da banda e o show que farão em breve com uma Orquestra.

A respeito do sucessor do aclamado Tragic Idol (12), que ainda não possui título e nem data de lançamento, afirmaram que o processo anda bem adiantado, já possuindo ao menos quatro músicas prontas e que todas soam muito bem.

Sobre o show que irá fazer dia 20 de Setembro em Plovdiv, Bulgária, com a Orquestra Filarmônica da cidade, afirmaram se sentirem emocionados com a oportunidade, pois a banda sempre utilizou elementos orquestrais em diversas de suas músicas, mas sempre dentro de estúdio e que a oportunidade de tocarem com uma Orquestra real é algo único.

O show esta sendo promovido pela rádio independente búlgara, Tangra Mega Rock e orquestrada pelo maestro Levon Manukyan, que escreveu o primeiro balé metal e fundou a Orquestra Levon Manukyan Collegium Musicum. Levon é conhecido por, em sua carreira, ter dado tratamento clássico a músicas de diversos grandes nomes do Rock/Metal, como Alice Cooper, Dream Theater, Judas Priest, AC/DC, Led Zeppelin, Kiss, dentre outros, além de ter trabalhado com Tarja Turunen.


Burzum: Varg Vikernes é condenado pela justiça francesa.


Ano passado, Varg Vikernes e sua esposa já haviam sido presos pela justiça francesa, acusados de planejar um massacre. Apesar de terem sido liberados logo depois disso, por ausência de provas, essa prisão teve outras conseqüências para o líder do Burzum.

Varg foi acusado pela justiça francesa por crime de incitação de ódio racial e por glorificar crimes de guerra através de um blog na internet. A acusação foi negada pelo artista, pois segundo Varg, existem muitas pessoas fingindo ser ele na internet e qualquer uma delas poderia ter criado tal blog e produzido seu conteúdo.

Ainda sim isso parece não ter convencido a justiça francesa, que o condenou a uma pena suspensa de 6 meses de prisão e uma multa de 8 mil Euros. No momento em que a decisão foi proferida, nem Varg e muito menos seu advogado estavam presentes no tribunal.

Além de seu trabalho com o lendário Burzum, Varg é conhecido por ter assassinado seu colega de Mayhem, Øystein "Euronymous" Aarseth, com 23 facadas, além do incêndio criminoso de uma Igreja na Noruega. Por tais crimes, Varg passou 15 anos na cadeia.

Anthrax: Game Of Thrones e Lady Gaga?


Recentemente os músicos do Anthrax visitaram em Belfast, Irlanda, o set de gravação da famosa série da HBO, Game Of Thrones, da qual são fãs. Durante a visita, Scott Ian perguntou a um dos produtores da série, Dan Weiss, fã confesso da banda, sobre a possibilidade de gravarem a bateria do novo álbum da banda na Sala do Trono de Ferro e receberam uma resposta positiva para tal possibilidade. É o Reino de Westeros mais Metal do que nunca.


Sobre a pop star Lady Gaga, Scott Ian afirmou recentemente ao New Music Express, estar esperando que muito em breve a artista faça uma versão de alguma música da banda. Segundo ele, além da mesma ser muito fã não só de Metal quanto da banda (se lembrando de fatos do Anthrax que nem ele recorda mais), Gaga é amiga de Charlie Benante e Frankie Bello. Então. Fãs de Anthrax, comecem desde já a se prepararem para isso.

O próximo álbum do Anthrax está programado para sair em 2015, mas ainda sem título e data prevista.


Motörhead: lançado vídeo para Lost Woman Blues.


O Motörhead acaba de lançar um vídeo para a música Lost Woman Blues. O intuito é divulgar o relançamento de seu último álbum, Aftershock, que sairá em uma edição especial contendo um Cd bônus ao vivo. O relançamento está previsto para o final do mês de Agosto.

O vídeo para Lost Woman Blues foi gravado ao vivo no dia 18 de Abril deste ano, em Warfield, San Francisco e você pode conferi-lo aqui:


O track list do CD bônus de Aftershock é o seguinte:


01. Damage Case
02. Stay Clean
03. I Know How To Die
04. Metropolis
05. Over The Top
06. The Chase Is Better Than The Catch
07. Rock It
08. Lost Woman Blues
09. Doctor Rock
10. Just 'Cos You Got The Power
11. Going To Brazil
12. Killed By Death
13. Ace Of Spades
14. Overkill



Destruction: alemães anunciam nova turnê européia.


A lenda do Thrash alemão, Destruction, anunciou que a partir de Setembro estará saindo pela Europa em uma turnê comemorativa intitulada “Best of 30 years”. Junto com o trio, estarão presentes dois nomes da nova geração do estilo, o finlandês Lost Society e a belga Evil Invaders.

As datas programadas são as seguintes:


30.09. DE Aschaffenburg - Colos Saal
01.10. DE Munich - Backstage
02.10. DE Essen - TuRock
03.10. DE Osnabrück - Bastard Club
04.10. DE Hamburg - Grünspan
05.10. DE Berlin - K17
06.10. DE Marburg - KFZ-Marburg
07.10. BE Aarschot - De Klinker
08.10. UK London - Underworld
09.10. UK Bristol - Bierkeller
10.10. UK Glasgow - Audio
11.10. UK Dublin - Button Factory
12.10. UK Manchester - The Sound of Control
13.10. NL Rotterdam - Baroeg