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terça-feira, 4 de julho de 2017

Dark Avenger – The Beloved Bones: Hell (2017)


Dark Avenger – The Beloved Bones: Hell (2017)
(Independente - Nacional)


01. The Beloved Bones
02. Smile Back to Me
03. King for a Moment
04. This Loathsome Carcass
05. Parasite
06. Breaking Up Again
07. Empowerment
08. Nihil Mind
09. Purple Letter
10. Sola Mors Liberat
11. When Shadow Falls (Bonus Track)

Sendo uma expressão individual ou coletiva, música é arte, independentemente do seu nível de complexidade sonora e/ou lírica. Assim sendo, seria correto julgarmos com bom ou ruim algo que retrata a visão de outrem? Seria certo quantificarmos um trabalho, estabelecendo um número ao final de um texto, marcando o mesmo como se marca um boi a ferro e fogo meio a uma boiada, fazendo com que todos sejam iguais uns aos outros, sem nada que os diferencie? Arte tem nota?

O parágrafo acima certamente soa incoerente, levando em conta que esse é um blog que trata justamente de resenhar trabalhos de artistas, estabelecendo uma nota aos mesmos, mas foram esses os questionamentos que vieram à minha cabeça no momento que finalizei a primeira audição completa de The Beloved Bones: Hell, 4º álbum de estúdio do brasiliense Dark Avenger. Porque, prezado leitor, o que tenho em mãos aqui (mesmo que no momento isso seja apenas no sentido figurado) não se trata de um simples CD com 11 faixas.

E digo simples, porque foi nisso que nós, nesses tempos modernos, fizemos com a música, uma das mais belas expressões artísticas criadas pelo homem. Um CD hoje é apenas um “simples” receptáculo físico para faixas que serão comercializadas em meios digitais, escutadas em streaming ou mesmo “baixadas” de forma ilegal em algum site na internet, para ouvirmos em nossos computadores. Transformamos a música em algo frio, sem emoção, que escutamos de forma individual em momentos do nosso cotidiano, como ir para o trabalho ou a faculdade, ou enquanto nos exercitamos em uma academia. E o pior, naturalizamos essa frieza e não vemos mais absurdo algum em nada nisso (salvo alguns poucos saudosistas).

Até que um dia nos deparamos com um trabalho como esse. Porque, prezado amigo (deixemos a impessoalidade e frieza um pouco de lado), o que temos aqui não é um simples receptáculo para 11 músicas que serão escutadas e comercializadas individualmente, de forma impessoal e fria. The Beloved Bones: Hell é ARTE, no mais puro sentido que essa palavra pode ter. Te faz sentir, pensar, questionar até mesmo certezas que possuiu, graças a um conceito profundo que está por detrás do mesmo. É desses raros álbuns da atualidade que você deve dedicar um tempo exclusivamente para sua audição, com o encarte em mãos, acompanhando as letras, degustando cada detalhe das canções.

Surgido em 1993, o Dark Avenger, capitaneado pelo vocalista Mario Linhares, sempre primou pela alta qualidade de seus trabalhos, sendo responsável por dois clássicos do Metal nacional entre a metade dos anos 90 e início dos anos 2000, Dark Avenger (95) e Tales of Avalon: The Terror (01). Após uma pausa na carreira entre 2005 e 2009, retornou à ativa e de 2013 para cá, soltou mais um álbum de estúdio, o ótimo Tales of Avalon: The Lament (13) e um ao vivo, Alive in the Dark (15). Mas ainda assim, nada poderia me preparar para o que encontrei em The Beloved Bones: Hell, seu 4º álbum de estúdio. Sem qualquer exagero, podemos dizer que o Dark Avenger alcançou sua maturidade musical.

Esse não é um álbum comum, pois faz parte de um trabalho conceitual muito maior, do qual é a 1ª parte. Fala sobre a mente humana, narrando o embate entre o lado emocional e o racional pelo controle do Eu, passando por diversos estágios durante essa batalha, com cada música representando um desses momentos. Musicalmente, temos aqui um Heavy/Power moderno, forte e pesado, com canções complexas, mas fáceis de se escutar, onde os ótimos arranjos se destacam. Os elementos sinfônicos enriquecem o trabalho e os coros estão simplesmente primorosos. Muita energia, refrões marcantes, que ficam por dias na cabeça e algumas das melodias mais grudentas já forjadas pelos brasilienses. Já Mario Linhares se encontra em seu melhor momento como vocalista e há muito deixou de ser o “cara dos gritinhos”. Suas linhas vocais são variadas e a forma como ele diversifica dentro de uma mesma canção é ótima. Fora a forma como consegue passar os sentimentos descritos na canção com sua voz.


Como esse não é um álbum comum, esta também não será uma resenha comum. O nível de complexidade do trabalho exige muito mais do que simplesmente apontar destaques. Existe um contexto a ser entendido, algo muito maior do que apenas música e sendo assim, vou tentar destrinchar minimamente o mesmo aqui, nas próximas linhas.

1 – The Beloved Bones: A Inconsciência - “In my wonder world nothing remains! In this dark side of Heaven nothing remains!”
O Racional, cansado do comportamento desmedido e inconsequente do Emocional, se revela a este pela primeira vez, confrontando-o. Violinos e as orquestrações e coral dão um tom sombrio a seu início, bem de acordo com o que está prestes a acontecer. Quando o Racional irrompe, a agressividade surge, acompanhada de muito peso, melodias envolventes e um dos melhores refrões que escutei em tempos. Ficou por dias em minha cabeça.

2 – Smile Back to Me: A Negação - “Don’t turn your back to me! You gotta take on me! You know I’m just right here and I will always... be… here!”
O Emocional, ao ser confrontado pelo Racional e tomar consciência da existência do mesmo, tenta desmerecê-lo, chegando ao ponto de negar a sua existência. Aqui o clima de conflito da letra é espelhado no instrumental e nas linhas vocais de Mário, bem agressivas em alguns momentos. Pesada, tem ótimas orquestrações, que ajudam a passar a ideia de confronto, além de ser bem diversificada (com partes mais cadenciadas e outras mais velozes). Os corais estão primorosos!

3 – King for a Moment: A Fuga - “There’s no turning back to where once you called Heaven”
O clima de confronto se acirra. O Emocional tenta fugir da responsabilidade de lidar com os problemas que causa ao Eu, enquanto o Racional o pressiona a encarar a realidade e parar de fugir. Talvez a mais densa e teatral das faixas presentes em The Beloved Bones: Hell. O clima é grandioso, graças às ótimas orquestrações (que cabe dizer, fogem dos clichês que ouvimos em bandas do estilo) e Mario faz uma de suas melhores performances da carreira, conseguindo transmitir toda a emoção em seus vocais. E tem um solo primoroso.

4  – This Loathsome Carcass: A Vitimização - “All my life, I have built my hopes in the air, but the ruthless wisdom of the wind, relentless, wipes hopes and dreams away!”
O Emocional não só não enfrenta seus problemas em busca de soluções, como começa a culpar sua existência como causadora dos mesmos. Essa atitude desperta a ira do Racional. Cadenciada e com elementos orientais e tribais, você consegue sentir o clima de desprezo na mesma. Possui uma melodia simplesmente viciante.

5 – Parasite: A Raiva - “Parasite!!! I know… Parasite got a heart”
A batalha entre o Racional e o Emocional pelo domínio do Eu se acirra cada vez mais. O primeiro enxerga o segundo como um fraco e esse vê o primeiro como um inimigo. Em meio a isso, o Eu ruma para a destruição. O racional se retira da disputa. Parasite se aproxima do Power Metal, com algumas partes velozes, ótimas melodias, mas também é muito agressiva, como pede a parte lírica. Riffs pesadíssimos por parte da dupla formada por Glauber Oliveira e Hugo Santiago, um desempenho fantástico do baterista Anderson Soares e vocais que vão do suave e emocional ao agressivo, com muita naturalidade. Literalmente raivosa.

6 – Breaking Up Again: A Súplica - “You pretend that only other people carry burdens and you never will.  Listen... Give me. Feed me. Keep me. Is it all you can... say?”
O Emocional assume sua completa inépcia para lidar com a vida. Da vitimização, passa a se supervalorizar, o que faz com que o Racional lhe passe um sermão contundente, exigindo que ele abandone a visão egoísta que possui. Como resposta, escuta o Emocional exigir que ele resolva todos os problemas sozinhos. Alternando entre cadência e velocidade, consegue passar esse clima de confusão com perfeição. Tem peso, ótimos riffs e boas melodias. Os vocais novamente são destaque, pela boa variedade.


7 – Empowerment: A Reflexão -
Fly! Be yourself! Now you finally know who you are!
Após tantas batalhas, Emocional e Racional resolvam adotar um comportamento ameno, colaborativo. O Emocional assume que durante anos agiu apenas em causa própria e o racional, visando o equilíbrio do Eu, incentiva-o a fazer tal reflexão. Musicalmente se aproxima mais do Progressivo e foi a que menos me empolgou aqui, talvez pela falta de algum momento realmente marcante, o que não tira as qualidades presentes na mesma, como as boas orquestrações e alguns bons riffs.

8 – Nihil Mind: O Equilíbrio - “I remember when I started not listening to you; I just can’t recall a point through the years.”
Emocional e Racional concluem que a posição de autoisolamento e falta de diálogo que ambos adotaram por todo esse tempo foi o principal responsável pelo desequilíbrio e deterioração do Eu. O Racional incentiva o Emocional a colocar um fim no sofrimento. Apesar de pender para um Power mais clássico, você não vai encontrar clichês do estilo aqui. Ótimas orquestrações, um refrão marcante e melodias para lá de agradáveis fazem parte do pacote. Novamente, cabe destacar a diversidade vocal presente.

9 – Purple Letter: A Coragem - “This time around, you’re free to leave. No hefty anchors, no bars at all.”
Apesar de decidido a deixar para trás a vida de sofrimento, o Emocional hesita um pouco em dar o passo decisivo. Nessa hora, cabe ao Racional incentivá-lo a seguir em frente no processo de “morte” e “renascimento”. Tem uma pegada que a aproxima de vertentes mais modernas do Power Metal, com bom peso e agressividade, mas, ainda assim, soa um pouco “padrão” em alguns momentos. O teclado e as orquestrações trazem partes mais climáticas e grandiosas à música.

10 – Sola Mors Liberat: A Decisão - “Sola Mors Liberat”
Emocional e Racional se reconciliam e o último passo é dado. Assim, com o fim de um ciclo de sofrimento, surge o novo Eu. Eis aqui uma belíssima balada, que casa perfeitamente com a ideia de renascimento, graças aos vocais operísticos e ao piano em seu início. Mario canta de forma calma e você consegue sentir os momentos que antecedem o momento decisivo da história. Emocionante.

11  – When Shadow Falls: A Liberdade - “No prayer by candlelight, no tears tonight. By this time I’ll be waiting for you. When shadow falls!”
Surge um novo Eu, equilibrado, renovado e ciente dos percalços com que irá se deparar na vida. When Shadow Falls é uma bônus track presente na versão nacional, que serve como elemento de ligação com a segunda parte da história, já que aqui quem nos fala é o Eu. Trata-se de uma belíssima balada acústica, calma e melodiosa. Uma forma leve e agradável de se encerrar um álbum de tamanha densidade musical e lírica.

The Beloved Bones: Hell teve a produção e a mixagem feitas pelo guitarrista Glauber Oliveira (Caravellus) e sua masterização foi realizada no renomado Fascination Street Studios, na Suécia, pelas mãos de ninguém menos que Tony Lindgren, que já trabalhou com grandes nomes como Angra, DragonForce, Kreator, Enslaved, Katatonia, Sepultura, Paradise Lost, Soilwork, dentre muitos outros. O resultado final de toda a produção é simplesmente primoroso. O som é claro, limpo, audível, mas soa grandioso e vivo, algo raro em um mundo de produções plastificadas. Já a belíssima capa, que transparece todo o conceito por trás das letras, foi obra do artista gráfico francês Bernard Bitler (vale a pena dar uma pesquisada na obra do cara na internet).

Poucas vezes me vi envolvido dessa forma por um álbum. E ainda mais raro, foi nessa vida ter me deparado com letras tão fortes e profundas, a ponto de me fazer pensar. Foi quase um processo de autoanálise. Tudo aqui foi pensado de maneira minuciosa, conceito, música, letra. Uma não sobrevive sem a outra. Complexo, mas fácil de se ouvir, com arranjos simplesmente primorosos e muito, mas muito bom gosto, o Dark Avenger se lança em sua jornada mais ambiciosa.

Em um mundo cada vez mais frio, onde as relações, sejam pessoais, afetivas ou comerciais, se virtualizam cada vez mais, onde as pessoas são bombardeadas desde novas com cobranças e expectativas de serem pessoas de sucesso, o que invariavelmente causa frustrações e dificuldades quando são confrontadas com a dureza do mundo real, o Dark Avenger nos entrega uma obra que esfrega toda nossa fragilidade emocional em nossas caras. É duro, mas é a verdade.

Quanto à nota? Meu amigo, ao menos por hoje, não vamos quantificar a Arte.

Dark Avenger (gravação):
- Mario Linhares (vocal);
- Glauber Oliveira (guitarra);
- Hugo Santiago (guitarra);
- Gustavo Magalhães (baixo);
- Anderson Soares (bateria).

Dark Avenger é:
- Mario Linhares (vocal);
- Glauber Oliveira (guitarra);
- Hugo Santiago (guitarra);
- Gustavo Magalhães (baixo);
-
Brendon Hoffmann (bateria).

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Metal Media (Assessoria de Imprensa)


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Dark Avenger – Alive In The Dark (2015)




Dark Avenger – Alive In The Dark (2015)
(Shinigami Records – Nacional)

CD 1
01. Dark Avenger 2003
02. Who Dare To Care
03. Crown Of Thorns
04. Die Mermaid
05. Utther Evil
06. Clas Myrddin
07. Tales Of Avalon
08. Rebellion
09. Unleash Hell
10. Armageddon

CD 2
01. Morgana
02. Symphonic As The Rain
03. Acoustic The Lament
04. Acoustic Give A Chance
05. Symphonic Caladvwch
06. Dark Avenger 2003 (Bônus)
07. Caladvwch (Bônus)
08. Utther Evil – Delirious (Bônus)
09. Utther Evil – Tragedy (Bônus)
10. Unleash Hell (Bônus)

Digo isso sem medo de soar exagerado. O Dark Avenger é uma das bandas mais importantes de todos os tempos do cenário nacional, o que me faz lamentar o fato de lançarem tão poucos álbuns nesses 22 anos de carreira (com um hiato entre 2005 e 2009). São 3 álbuns de estúdio simplesmente clássicos para qualquer amante de Heavy/Power, Dark Avenger (95), Tales Of Avalon: The Terror (01) e Tales Of Avalon: The Lament (13), além de um EP, X Dark Years (03) e agora esse trabalho ao vivo.

Alive In The Dark foi gravado no ano de 2003, no Led Say, em São Paulo, e contou com a participação dos músicos da Camerata do Ipiranga em duas das músicas do show. Aqui podemos ver uma banda na ponta dos cascos, com o completo domínio do que estava fazendo no palco, coesa, enérgica e tendo o público em suas mãos. Individualmente todos os músicos tiveram seu momento de brilho, com destaque para o vocalista Mario Linhares (para mim o melhor do Metal nacional), os guitarristas Hugo Santiago e Marcus Valls e o tecladista/pianista Tomas Vital.

Mesclando músicas de seus 3 trabalhos até então, temos aqui uma pedrada atrás da outra, para a alegria de todos os presentes no Led Say na noite de 21 de Dezembro de 2003. No CD1, os destaques ficam por conta de “Dark Avenger 2003”, “Crown Of Thorns”, “Die Mermaid”, “Utther Evil”, “Tales Of Avalon”, “Rebellion” e “Armageddon” (como essa música é foda!). Já no CD2, vale destacar “Morgana” e do set sinfônico/acústico, “As The Rain” (linda!!!!) e “Symphonic Caladvwch”. De bônus, temos o EP X Dark Days, onde vale a pena destacar a versão de estúdio atualizada de “Dark Avenger”, “Caladvwch” e “Unleash Hell”.

O mais legal aqui é que ficou perceptível a ausência de overdubs (se estiverem presentes, estão muito bem disfarçados), o que deixa tudo ainda melhor, fazendo com que o ouvinte se sinta realmente presente no show. Só podemos agradecer a banda e a Shinigami por finalmente lançar essa apresentação simplesmente histórica em CD. Para mim, o melhor Ao Vivo que já escutei vindo de uma banda nacional. Simplesmente imperdível!

NOTA: 9,0

Dark Avenger (Formação do CD)

- Mario Linhares (Vocal)
- Hugo Santiago (Guitarra)
- Marcus Valls (Guitarra)
- Gustavo Magalhães (Baixo)
- Rafael Dantas (Bateria)
- Tomas Vital (Teclado/Piano)

Dark Avenger (Formação atual)

- Mario Linhares (Vocal)
- Hugo Santiago (Guitarra)
- Glauber Oliveira (Guitarra)
- Gustavo Magalhães (Baixo)
- Anderson Soares (Bateria)
- Vinicius Sodré (Teclado)


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

NEWS: Grimriot, X-Empire, Woslom, Daydream XI, Necromancia, A Red Nightmare, Unearthly, Nervochaos, M:Pire Of Evil, U.D.O., Cartoon e Dark Avenger



GRIMRIOT: Disco disponível no Soundcloud gratuitamente


Celebrando a bela recepção de seu debut, ‘Under Red Stars’, o GRIMRIOT disponibiliza o álbum para audição gratuita pelo seu canal no Soundcloud.

Para ouvir, visite:

Para quem curtir e quiser apoiar a banda comprando o disco, o álbum já à venda nas seguintes lojas:

Contato para shows e merchandise: grimriot@grimriot.com


FONTE: METALMEDIA

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X-EMPIRE: EP ‘End Of Times’ completo no You Tube


Para agradecer por um ano cheio de vitórias, o X-EMPIRE disponibiliza gratuitamente em seu canal do You Tube o EP ‘End Of Times’, lançado este ano que passou e que foi muito bem recebido pela comunidade especializada.

Para ouvir todo o disco, visite:
https://www.youtube.com/watch?v=AhO9UWtDIG0

O EP ‘End Of Times’ foi lançado este ano conta com sete músicas e produção a cargo dos músicos Michel Marcos e Rogerio Oliveira. A capa ficou sob responsabilidade de Michael Douglas Bruno e o logo a cargo do artista Cleyton Souza.

Do trabalho também foram retirados dois videoclipes:

Contato para shows e merchandise: contactxempire@gmail.com


FONTE: METALMEDIA

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WOSLOM: Entrevista para o site Headbangers Latinoamerica


O WOSLOM concedeu uma entrevista para o website HEADBANGERS LATINOAMERICA, confira a mesma (em espanhol), pelo link:


Contato para shows e merchandise: woslom@woslom.com


FONTE: METALMEDIA

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DAYDREAM XI: “Excelente trabalho” – Metal Samsara


“O DAYDREAM IX não é uma banda convencional, muito longe disso, e em cada uma das faixas do disco, eles nos apresentam sua proposta de maneira convincente e deliciosa aos ouvidos. Frisamos, mais uma vez, que o grupo tem excelentes arranjos, mostrando uma dinâmica musical muito bem orientada, mas espontânea em todo o disco.”





FONTE: METALMEDIA

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NECROMANCIA: Entrevista para o programa Insana Harmonia


O NECROMANCIA participou de uma entrevista para o Programa Insana Harmonia em sua edição 68. Na entrevista – em vídeo – o vocalista Marcelo ‘Índio’ D’Castro e seu irmão, o baterista Kiko D’Castro, falam um pouco da história do grupo, planos futuros e a vontade de tocar pelo Norte e Nordeste do Brasil. Assista:


Lyric video:




FONTE: METALMEDIA

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A RED NIGHTMARE: Entrevista para o site Metal Ground


Metal Ground – Qual a origem da banda e do nome? A Red Nightmare lembra nome de filme de horror trash. É proposital que a escolha do nome remeta a essa referência?
Vinicius Carvalho – O nome da banda veio da música “One More Red Nightmare” da banda “King Crimson” e foi escolhido pelo Igor (guitarrista), mas vale dizer aqui que somos loucos por filmes de horror/terror e eles definitivamente fazem parte da nossa atmosfera e linguagem artística. O nome veio quase que por acaso e depois de escolhido começamos e desenvolver a nossa própria interpretação do que representaria um “pesadelo vermelho”, isso levou às três músicas que levam o nome da banda, que trazem como o maior horror, o despertar para a realidade.

MG – Vocês consideram o som realizado pela banda como ‘modern metal’. Qual a concepção de vocês sobre este rótulo? O que o ‘modern metal ‘ traz de diferente e de ruptura em relação ao metal como um todo?
V – A sonoridade que sempre está presente no trabalho da Red é o Death Metal, porém sempre junto a muitas outras influências dos estilos mais variados: Thrash, Prog, Black, Groove e Heavy Metal assim como o Grind e vertentes diferentes como a música erudita, jazz, rock ‘n roll e muitos outros, tudo na dose certa sem forçar a barra, são influências que cada integrante trás da sua própria vivência musical, e dentro da A Red Nightmare decidimos deixar todas essas influências livres para se comunicarem entre si. O termo “modern” vem simplesmente evidenciar essa mistura de estilos junto a sonoridade do death metal tradicional, portanto trata-se mais de uma integração do que uma ruptura propriamente dita. É sempre extremamente difícil encontrar uma categoria para um trabalho aonde existem poucas regras ou barreiras, mas creio que foi a forma mais conveniente de tentar definir nosso som.





FONTE: METALMEDIA

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UNEARTHLY: “Consistência e evolução” – Whiplash


“Começando a audição de “The Unearthly” nota-se a consistência e evolução do grupo que ressurge novamente com um excelente registro, capturando a essência de “Age of Chaos” mesclada com o antecessor “Flagellum Dei”.”





FONTE: METALMEDIA

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NERVOCHAOS: “Imperdível” – Whiplash


“Riffs poderosos, solos bem feitos, boa cozinha com bom trabalho de baixo e batera criativa…Poderíamos estar falando do disco inteiro ou de “From Below and Not Above”, mais uma faixa com a assinatura do NERVOCHAOS.”



Contato para shows e merchandise: nervo666@hotmail.com


FONTE: METALMEDIA

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M:PIRE OF EVIL: Nova capa e novo título do álbum Crucified exclusivos para o Brasil


Como foi anunciado anteriormente o segundo álbum de estúdio de M:PIRE OF EVIL, banda dos ex integrantes de Venom Jeff ‘Mantas’ Dunn e Tony ‘The Demolition Man’ Dolan, intitulado “Crucified” será lançado no Brasil pela Shinigami Records, porém, com novo título e nova capa exclusivos para Brasil.

O novo título é “Crucified in South America” e incluirá, como bônus, músicas retiradas do split “Double Jeopardy” (2014).

Além do novo título e a nova capa, todas as músicas serão especialmente remasterizadas para a versão nacional.

Também estará disponível através da Shinigami Records outro álbum da banda: “Live Forum Fest VI”. Este trabalho apresenta oito músicas ao vivo, entre elas três covers de Venom, gravadas no ‘Forum Fest VI’ realizado no dia 02 de janeiro de 2014 na cidade francesa de Laudun-l’Ardoise.

Ambos os CDs já estão disponíveis para pré-venda na loja virtual da gravadora a preço promocional com um desconto de 10%. Promoção válida até o dia 26 de janeiro. Adquira as suas cópias nos seguintes links:

“Crucified in South America”: http://bit.ly/1Ki3kxs.
“Live Forum Fest VI”: http://bit.ly/17fJkMR.

Também você pode adquirir o kit com ambos os lançamentos com desconto de 20% no seguinte link: http://bit.ly/1Ki3kxs.

FONTE: SHINIGAMI RECORDS

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U.D.O.:  Novo álbum será lançado pela Shinigami Records


Udo Dirkschneider não precisa de apresentação, pois o seu currículo fala por si só: vocalista da banda alemã Accept por 17 anos – com alguns intervalos – e 14 álbuns como frontman da banda U.D.O. E é com muito orgulho que a Shinigami Records anuncia o lançamento no Brasil do décimo quinto álbum da sua carreira solista “Decadent”.

Com data de lançamento prevista para janeiro/fevereiro de 2015, “Decadent” foi gravado no próprio estúdio do músico Double U Studio (Espanha) e no Redhead Audio Productions (Alemanha) e masterizado por Jacob Hansen.

FONTE: SHINIGAMI RECORDS

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CARTOON: novo álbum disponibilizado pela Sony Music


O grupo mineiro de Classic Rock CARTOON disponibilizou através da Sony Music o mais recente álbum de estúdio “Unbeatable” (2013) para audição e compra nas principais plataformas digitais iTunes, Google Play, Spotify e Dezzer.


FONTE: ISLAND PRESS

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DARK AVENGER: turnê de 20 anos do primeiro álbum está sendo agendada


A banda Dark Avenger tem orgulho em divulgar que a turnê em comemoração aos 20 anos do clássico álbum “Dark Avenger” está sendo agendada em parceria com a TRM Press e produtores locais em todo o país. Os músicos fazem questão de visitar todos os lugares possíveis do Brasil, mas que isso depende muito mais das produções locais e do incentivo dos fãs de cada cidade.

A turnê deve saciar a vontade dos fãs já que os músicos prometem tocar o álbum “Dark Avenger” na íntegra, dependendo, é claro, do modelo de show contratado pelo produtor local.
“Pedimos que os fãs falem com os produtores de suas cidades. Mandem e-mail e pressionem para que estes nos contratem. Queremos ir onde o fã está e sabemos os fãs do Dark Avenger estão em todo o Brasil. Recentemente tocamos em Rio Branco, no Acre, e a receptividade foi maravilhosa”, explica o vocalista Mario Linhares.


O primeiro show de 2015 já está agendado e será em Brasília, capital do Brasil. O evento acontece no palco Pro Studio, na Praça Do Bicalho, em Taguatinga (DF), a partir das 18h. A apresentação é uma ação junto com os fãs que poderão fazer perguntas e pedir músicas diretamente com os músicos – as vagas são limitadas.

Produtores de todo o Brasil, para contratar o Dark Avenger basta enviar e-mail para o assessor e produtor Thiago Rahal Mauro ( thiagormauro@gmail.com ) ou diretamente com a banda no talktodark@gmail.com.

Veja o vídeo de “Parasite”: 


Line-up:
Mario Linhares (vocal)
Gustavo Magalhães (baixo)
Hugo Santiago (guitarras)
Glauber Oliveira (guitarras)
Anderson Soares (bateria)
Vinicius Sodré Maluly (teclados)

Discografia:
Dark Avenger (1995)
Tales of Avalon: The Terror (2001)
X Dark Years (2003)
Tales of Avalon: The Lament (2013)

FONTE: TRM PRESS

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