01.
Spectres
02. The Watchmakers’ Dream
03. Black Orchid
04. Where Clock Hands Freeze
05. Sleepwalking
06. Savior In The Clockwork
07. Invoke The Machine
08. What’s Left Of Me
09. Dweller In A Dream
10. The Great Mystery
02. The Watchmakers’ Dream
03. Black Orchid
04. Where Clock Hands Freeze
05. Sleepwalking
06. Savior In The Clockwork
07. Invoke The Machine
08. What’s Left Of Me
09. Dweller In A Dream
10. The Great Mystery
Eis que Tobias Sammet surge com mais um
álbum de seu Avantasia. Aliás, este é um caso curiosíssimo onde um projeto
paralelo acaba tomando proporções muito maiores do que a banda principal, no
caso, o Edguy.
Musicalmente falando, aqui você vai
encontrar tudo aquilo que se espera de um trabalho do Avantasia. Álbum
conceitual, com composições pomposas e densas, muita melodia e um time de
primeira de convidados especiais. Veja só a escalação: Joe Lynn Turner
(Rainbow, Deep Purple, Y.Malmsteen), Michael Kiske (Unisonic, Place vendome,
Helloween), Biff Byford (Saxon), Ronnie Atkins (Pretty Maids), Eric Martin
(Mr.Big) e Bob Catley (Magnun), para os vocais, Bruce Kulick (Kiss), Oliver
Hartmann (At Vance, Freedon Call) e Arjen Lucassen (Ayreon, Star One, Bodine)
para as guitarras e Russell Gilbrook (Uriah Heep) para a bateria. Deve-se
destacar também o fato de pela primeira vez as gravações contarem com uma
orquestra de verdade para as partes sinfônicas, a German Film Orchestra
Babelsberg.
Por mais que não tenhamos nenhuma faixa
realmente ruim, durante quase toda audição fiquei com a impressão de que
faltava algo mais. “Black Orchid”, com participação de Biff Byford, tem
intensidade, “Where Clock Hands Freeze” e “Dweller In a Dream”, com
participação de Kiske, remetem aos melhores momentos do Metal Melódico, e “What’s
Left Of Me”, com Eric Martin, é uma belíssima balada, mas sei lá, não me
empolgaram para valer. Claro, existem exceções, ou melhor, 3. “Invoke The
Machine”, melhor faixa do álbum e que conta com participação de Ronnie Atkins,
bem pesada e agressiva e onde a voz de Ronnie serviu de contraponto perfeito
para a voz de Tobias, e as épicas “Savior In The Clockwork”, com participações
de Byford, Kiske e Turner e “The Great Mystery”, que fecha o álbum e conta com
os vocais de Byford, Turner e Bob Catley.
Em resumo, se você esperava por um novo
Metal Opera I ou II, pode esquecer, pois duvido muito que Tobias vá conseguir
algum dia repetir o brilhantismo dos trabalhos de estreia do Avantasia. Agora,
se você deseja apenas escutar um bom álbum de metal, recheado de participações
para lá de competentes e com composições corretas, pode ir sem medo. Acho que é
hora de Sammet e seu Avantasia passarem por uma reciclagem.
NOTA: 7,0
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