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terça-feira, 10 de abril de 2018

Angra - Ømni (2018)

Angra - Ømni

Angra - Ømni (2018)
(earMUSIC/Shinigami Records - Nacional)


01. Light of Transcendence
02. Travelers of Time
03. Black Widow's Web (feat. Alissa White-Gluz)
04. Insania
05. The Bottom of My Soul
06. War Horns (feat. Kiko Loureiro)
07. Caveman
08. Magic Mirror
09. Always More
10. ØMNI - Silence Inside
11. ØMNI - Infinite Nothing

Antes de tudo, farei algumas considerações. Incomoda-me demais a forma como o fã de Metal no Brasil trata suas bandas. Existiu uma época na qual dizíamos que o brasileiro só dava valor a uma banda nacional quando a mesma ganhava reconhecimento e respeito no exterior. Hoje em dia, ouso dizer que nem isso, já que nem mesmo estas escapam das pesadas críticas. Parece que muitos headbangers por aqui sofrem com dois graves problemas, o complexo de vira-lata e o saudosismo agudo. Para esses, se é nacional, não presta, e as bandas deveriam repetir eternamente as batidas fórmulas dos anos 80 e 90, lançando o mesmo álbum por toda a carreira (poucas são, a nível mundial, as que podem se dar esse luxo).

Veja o caso do Angra. Obstante todas as turbulências e mudanças de formação que passaram em mais de 25 anos, continuam altamente respeitados no exterior, e vivendo para muitos uma de suas melhores fases. Ainda assim, é possível encontrarmos por aqui pessoas que criticam pesadamente a banda. Se a crítica fosse unicamente pelo aspecto musical, ok, afinal, ninguém é obrigado a gostar de uma banda apenas por ela ser respeitada lá fora (e aqui entram sem problema algum aqueles que lamentam por eles não se limitarem a lançar cópias de Angels Cry (93), Holy Land (96) ou Rebirth (01)), mas a verdade é que quase sempre as mesmas se dão por questões alheias à sua música.

Já vi pessoas criticando a banda pelo seu profissionalismo, por ela querer levar sua música a outros públicos, seja através de participações em eventos populares ou convidando músicos de outros estilos para participações especiais, ou simplesmente pelo músico X ou Y não estar mais na banda, como se fossem insubstituíveis. Até que Fabio Lione, que é tranquilamente um dos maiores vocalistas da história do Power/Prog, é um vocalista limitado, já vi falarem por aí. Vivemos a era dos Haters, onde o importante é simplesmente falar mal e despejar seu ódio contra algo, mesmo que sem critério algum. Uma prova disso é que antes mesmo de Ømni sair, já era possível ver pessoas falando mal do álbum sem nem mesmo ter escutado uma simples nota do mesmo.


Quando do lançamento de Secret Garden (15), o Angra vinha de uma fase turbulenta, com dois trabalhos que não eram dos mais empolgantes (ao menos para mim), Aurora Consurgens (06) e Aqua (10), um rompimento complicado com o baterista Aquiles Priester, e a saída do vocalista Edu Falaschi. Talvez por não se esperar tanto da banda naquele momento, o álbum acabou surpreendendo por sua profundidade, peso e modernidade. Foi um trabalho sólido, onde lançaram as bases para uma nova fase que estava por vir, trazendo definitivamente seu Power/Prog Sinfônico para o século XXI. Ok, não podiam imaginar que perderiam Kiko Loureiro para o Megadeth, mas ali estava o futuro musical da banda.

Nesse ponto, ØMNI não só é a continuação natural de Secret Garden, como possivelmente é seu trabalho mais ambicioso. Se já haviam colocado um pé fora da sua zona de conforto (e da dos fãs, claro), aqui trataram de colocar o outro, pois podemos ouvir um Angra mais complexo, com maior musicalidade, técnica e peso, e claro, sem medo de experimentar e diversificar sua música. Ao mesmo tempo em que temos momentos totalmente voltados para aquele Power Metal típico, ou seja, veloz e melódico (mas soando muito atual), também temos um maior apelo Prog. É também seu álbum mais pesado. Admito, não é álbum fácil, que se pega com um par de audições, já que ele nos exige muito mais, mas quando você se permite escutá-lo de cabeça aberta e sem opiniões preestabelecidas, ele ganha um novo brilho. E foi isso que ocorreu comigo.

O que temos aqui são 11 canções que soam acima da média, onde o Angra mescla com a competência mais que habitual Power, Prog e Metal Sinfônico (na medida certa, sem os exageros que ouvimos por aí), com passagens de Fusion e elementos percussivos que enriquecem demais o resultado final. Fábio Lione mostra o porquê de ser um músico diferenciado e respeitado dentro de seu estilo. Sua voz soa forte e consegue dar agressividade e emoção às canções. Rafael Bittencourt também se sai bem nos momentos em que assume os vocais, se mostrando bem sólido e agradando bastante. Além disso, ao lado de Marcelo Barbosa, executa um trabalho magistral nas guitarras, com riffs fortes, pesados, além de ótimos solos. Felipe Andreoli mostra a competência habitual no baixo, formando uma parte rítmica muito técnica e variada ao lado do ótimo Bruno Valverde.


A sequência de abertura é daquelas que vai fazer a alegria de qualquer fã de Power Metal. “Light of Transcendence” é veloz, com ótimas melodias, riffs pesados, possui um refrão cativante e tem uma utilização perfeita dos elementos sinfônicos (os arranjos no álbum ficaram a cargo de Francesco Ferrini, do Fleshgod Apocalypse). Já “Travelers of Time” até engana com os elementos percussivos do seu início (muito bons por sinal), para depois seguir uma linha mais tradicional. Os vocais de Fábio estão ótimos e Rafael surge como um diferencial interessante na parte final da canção. Definitivamente, uma canção épica. “Black Widow's Web” merece uma atenção especial, pois é uma faixa que causou bastante polêmica por contar com participação especial de Sandy. Ao que parece, para alguns ter uma cantora de apelo popular em uma canção faz da mesma algo ruim. Não vou negar que em um primeiro momento essa é uma canção que causa certo estranhamento, mas de forma alguma isso se dá pela participação da referida cantora. A questão é que aqui o Angra resolveu pensar um pouco “fora da caixa”. A participação de Alissa White-Gluz dá à mesma um nível de agressividade e peso que não é padrão em se tratando da banda, fazendo dela uma música intensa, escura e diferente de tudo que a banda já fez. É um dos destaques de Ømni.

O lado Prog Metal dá as caras na ótima “Insania”, que possui boas melodias, algumas passagens mais pesadas e um dos melhores refrões de todo o álbum. “The Bottom of My Soul” é a primeira balada do álbum e conta com os vocais de Rafael, que se sai muito bem. Tem um ar mais dramático e se destaca pelo bom solo. O Power Metal volta a dar as caras com a ótima “War Horns”, que conta com vocais fortes, um refrão que cativa e ótimo trabalho de guitarras. Por sinal, conta com a participação de Kiko Loureiro. “Caveman” tem uma pegada mais experimental, com forte utilização de percussão e parte da letra cantada em português. Sua pegada é mais Prog, e após o estranhamento inicial, se torna uma das faixas mais interessantes aqui presentes. Por falar em Metal Progressivo, em “Magic Mirror” o estilo domina por completo, com boa dose de complexidade, um trabalho muito legal de guitarras e uma pitada de Dream Theater. “Always More” é a segunda balada aqui presente, soando bem emocional e fugindo um pouco do trivial, além de belos vocais. Fechando o álbum, a dobradinha “ØMNI - Silence Inside”, com sua combinação perfeita de Power e Prog, melodias cativantes, boas passagens percussivas e riffs poderosos e a instrumental “ØMNI - Infinite Nothing”, com melodias de todas as canções anteriores.

Como em time que está ganhando não se mexe, na produção repetiram a escalação de Secret Garden, com Jens Bogren cuidando da produção e mixagem e Tony Lindgren sendo o responsável pela masterização. O resultado não é menos do que excelente. Já a capa foi obra de Daniel Martin Diaz, com o layout e artes adicionais feitos pelo brasileiro Gustavo Sazes. Acompanha a alta qualidade da música. Se Secret Garden estabeleceu as bases para o futuro do grupo, Ømni vem para consolidar de vez sua proposta para os próximos anos. Os haters de plantão podem bradar aos quatro ventos, babando de ódio, que o Angra acabou, mas como uma fênix, ele insiste em renascer de suas cinzas, turbulência após turbulência. Você pode gostar ou não do trabalho da banda (pelo aspecto musical), mas o respeito à importância da mesma para a história do Metal no Brasil é algo essencial. E que venham muitos outros grandes álbuns por aí.

NOTA: 90

Angra é:
- Fabio Lione (vocal);
- Rafael Bittencourt (guitarra/vocal);
- Marcelo Barbosa (guitarra);
- Felipe Andreoli (baixo);
- Bruno Valverde (bateria).

Participações Especiais:
- Alissa White-Gluz (vocal em “Black Widow's Web”);
- Sandy (vocal em “Black Widow's Web”);
- Kiko Loureiro (guitarra solo em “War Horns”);
- Francesco Ferrini (orquestrações);
- Alessio Lucatti (teclados);
- Nei Medeiros (teclados em “Insania” e Always More”)
- Tiago Loei (percussão em “Insania");
- Dedé Reis (percussão em "Travelers of Time", "Black Widow's Web", "War Horns" e "Caveman")
- Wellington Sancho (percussão em "The Bottom of My Soul", "Magic Mirror", "Always More" e "ØMNI - Silence Inside")

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sábado, 10 de janeiro de 2015

Playlist Semanal A Música Continua a Mesma: 05/01 - 09/01



Agora, todo sábado, o A Musica Continua a Mesma vai publicar seu Top 10. Os 10 Cd’s mais escutados aqui durante a semana. Só lembrando que nem sempre ela irá refletir os lançamentos atuais.









5°. DorsalAtlântica – Imperium




7°. Unfaith – When An Angel Falls


8°. BattleBeast – Unholy Saviour


9°. FireHunter – No Fear No Lies




quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Angra - Secret Garden (2015)




Angra - Secret Garden (2015)
(earMusic - Importado)

1 - Newborn Me
2 - Black Hearted Soul
3 - Final Light
4 - Storm of Emotions
5 - Violet Sky
6 - Secret Garden
7 - Upper Levels
8 - Crushing Room
9 - Perfect Symmetry
10 - Silent Call

Antes de começar a falar propriamente de Secret Garden, oitavo álbum de estúdio do Angra, um pequeno desabafo. Desde que o álbum saiu no Japão, em meados de Dezembro, andei lendo muitas críticas pesadas ao mesmo nas mídias sociais. Isso me fez concluir que nosso complexo de vira lata é incurável, já que por tudo que venho escutando nos últimos anos em matéria de Metal, garanto que 90% dos que detonaram Secret Garden “pagariam pau” para o mesmo se fosse um trabalho de alguma banda inglesa, sueca, finlandesa, alemã, norueguesa ou até mesmo fijiana. Claro, existem aqueles que criticaram o álbum de forma embasada e esses merecem todo o respeito do mundo, afinal, ninguém é obrigado a gostar de um trabalho lançado única e exclusivamente por ele se tratar de uma banda nacional. Analisaram (e desgostaram) pelo lado musical, o que é correto, mas infelizmente foram minoria.
Os últimos 10 anos não foram fáceis para o Angra. Musicalmente falando, após o ótimo Temple Of Shadows (04), entraram em uma espiral descendente e que resultou nos fracos Aurora Consurgens (06) e Aqua (10). Esse último, confesso, até hoje não aguentei escutar inteiro. Fora isso, fortes turbulências atingiram a banda, resultando primeiro no rompimento nada amigável com o baterista Aquiles Priester (e no retorno de Ricardo Confessori) e mais recentemente, na saída do vocalista Edu Falaschi (substituído pelo italiano Fabio Lione). Já em 2014, após o desligamento amigável de Confessori, recrutaram o talentoso Bruno Valverde, que tocava na banda solo de Kiko Loureiro. Historicamente, o Angra sempre nos mostrou duas características importantes. Nunca se repetir de um álbum para o outro (mesmo mantendo uma identidade sonora toda sua) e sempre conseguir se recriar, ressurgindo com força em seus momentos de maior turbulência. Em Secret Garden não é diferente e mais uma vez, quando muitos não davam nada mais pela banda, aparecem soando renovados.
Secret Garden é o trabalho mais pesado, profundo, moderno e soturno de sua carreira. Se você busca aquele Power Metal melódico feliz, veloz, mas clichê, repetitivo e sem inspiração, melhor passar batido. Claro que esses elementos estão na base do som, afinal é um disco do Angra, mas não estão presentes de maneira ortodoxa. Momentos com aquela típica musicalidade brasileira, com ótimas passagens percussivas e outras que podem remeter ao Jazz/Fusion e ao Progressivo podem ser encontradas se o ouvinte se permitir algumas audições realmente atentas do trabalho. Com relação aos estreantes em estúdio, Fabio Lione se mostra a opção acertada para substituir Edu, já que não abusa daqueles falsetes irritantes e mostra a categoria de sempre. Bruno Valverde certamente irá surpreender aqueles que desconhecem seu trabalho e talvez seja um dos grandes responsáveis pelo ótimo resultado apresentado aqui. Prestem atenção durante a audição e perceberão um baterista que vai muito além de tocar de forma rápida e pesada, como muitos outros dentro do estilo. Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt mostram a categoria de sempre, com ótimos riffs e solos, enquanto Felipe Andreoli brilha em diversos momentos. Rafael vai surpreender a muitos com os ótimos vocais que apresenta aqui. Os grandes destaques vão para a abertura, com “Newborn Me”, pesada, com boas orquestrações e com um belo e surpreendente solo de violão, a balada “Storm of Emotions” (mimimi cadê o solo, reclamarão os ortodoxos), a surpreendente “Violet Sky” (cantada por Rafael), “Secret Garden”, cantada integralmente por ninguém menos que Simone Simons (Epica), o dueto muito legal entre Rafael e Doro Pesch na pesada “Crushing Room” e a belíssima balada que encerra o álbum, “Silent Call”, interpretada por Rafael.
Secret Garden é um trabalho conceitual, contando a história de um cientista que após perder e esposa, precisa reencontrar o sentido para a vida, passando inclusive a questionar muitas de suas crenças. Nesse ponto, faz-se necessário elogiar o trabalho dos renomados produtores Roy Z (responsável pela pré-produção) e Jens Bogren (também responsável pela mixagem), que junto com a banda, conseguiram transpor para o som e a produção esse clima mais obscuro presente no conceito. Muitos discordarão de minhas palavras (e da nota no final), outros tantos concordarão, mas a verdade é que este é um grande álbum, um dos melhores de toda a carreira do Angra. Se mostrando renovado e com fôlego de sobra para enfrentar os desafios vindouros, o Angra está mais do que preparado para voltar a se destacar dentro do cenário do Metal mundial. E com todo merecimento.

NOTA: 9,0






segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

NEWS: Castifas, Dusty Old Fingers, Pleiades, Somagnet, Nervochaos, Revolted, Unearthly, Blackning e Angra



CASTIFAS: assista a inédita “Kingdom of Satan” ao vivo com participação de Satanachia (ex-Mysteriis)


Castifas, a banda de Black Metal do Rio de Janeiro mais antiga em atividade, faz show surpreendente e despeja blasfêmia, rispidez no Rio de Janeiro, confira trecho de apresentação e constate. Na ocasião, a horda convidou para este evento e o próximo que fecha 2014, o baixista Satanachia, músico experiente que já tocou nas bandas Kripta, Mysteriis, Coldblood e Thrashera.

A música inédita “Kingdom of Satan” estará no novo disco “Bloodlust And Hate”, a ser lançado no primeiro semestre de 2015. O material está sendo acabado e garante atender as expectativas dos mais exigentes. Será um disco forte, intenso, tal como o Black Metal que as bandas do Rio de Janeiro sabem fazer.

O evento organizado pela JZ e R&F, ainda contou com Miasthenia, Velho e The Unhaligast. O público compareceu de forma abrangente na casa Planet Music, que se tornou referência no meio e deu o espaço merecido ao Metal e Rock do estado. Em Dezembro a banda fará a última apresentação do ano ao lado da Velho novamente e outras do estado.

Vale ressaltar a importância de registro profissionais em apresentações na capital do Rio de Janeiro, no qual a Tv Under Garage tem feito por anos e de forma extremamente profissional. A Black Legion Productions eleva trabalhos como estes e considera gratificante ter registros da produtora em eventos do undeground ao meanstream.

Assista “Kingdom of Satan” ao vivo na Planet Music:


Curta e acompanhe no FB: 


FONTE: BLACK LEGION PRODUCTIONS

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DUSTY OLD FINGERS na Livraria Cultura

O Dusty Old Fingers estréia nesse sábado, 06/12/2014, sua nova formação, com o baterista  Gabriel Vacari.

O show vai ser no auditório da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi Campinas, a partir das 19h. O ingresso é gratuito, então é legal chegar cedo porque os lugares são limitados, então, recomenda-se aos interessados chegarem cedo ao local.

SERVIÇO


Dusty Old Fingers
Local: Auditório da Livraria Cultura (Shopping Iguatemi Campinas)
Endereço: Av. Iguatemi, 777
Data: 6 de dezembro de 2014 (sábado), a partir das 19h
Entrada franca

Mais informações: www.dustyoldfingers.com

FONTE: DUSTY OLD FINGERS

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PLEIADES em luto

Músicos despedem-se de Mateus Olivello, após trágico acidente, e decidem fazer uma homenagem ao companheiro de banda.

    
Foi enterrado na manhã de hoje (1º de dezembro) o baixista da banda Pleiades, Mateus Olivello. Sob chuva, amigos, companheiros de banda e parentes se reuniram no cemitério Bosque da Esperança para dar o último adeus ao músico mineiro, de apenas 25 anos. Mateus morreu na madrugada de ontem após sofrer um acidente de moto, quando saia do trabalho em um bar na Avenida Silviano Brandão, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte.

No momento do acidente, a pista estava bastante molhada e, ao que tudo indica, o baixista perdeu o equilíbrio do veículo a 700 metros de distância da casa na qual trabalhava como técnico de som. Há indícios de que seu capacete estaria um pouco frouxo, já que na hora da queda o equipamento se soltou e Mateus bateu com a cabeça no meio-fio. Pessoas que passavam pelo local chamaram o Samu, que constatou a morte imediata do músico. O produtor da Pleiades, Francisco Penteado, também foi contatado por uma das testemunhas que pegou o celular do baixista e ligou para um dos últimos números discados.

“Estamos em estado de choque com essa perda tão repentina. Ainda é difícil acreditar que Mateus nos deixou. Ele estava com o Pleiades há quatro anos e vinha trabalhando na composição e gravação de novas músicas da banda. Ele era muito talentoso e estava animado para lançar o novo material”, afirma Penteado.

Ainda segundo o produtor, ontem, durante o velório, os integrantes da banda, que existe desde 2006, decidiram fazer uma homenagem ao baixista nesta sexta-feira (5). Essa apresentação já estava marcada e a banda quis mantê-la. “Todos estavam muito emocionados e resolveram que a melhor forma de se despedir do companheiro de estrada era fazer um show inteiro dedicado a ele. Como Mateus tinha um filho pequeno e sua noiva está grávida, o Pleiades também doará seu cachê integral para ajudar a moça com a despesa das crianças. A previsão é que o bebê nasça em janeiro de 2015”, conta o produtor.

O show será no Underground Pub, às 23h. A casa fica na Av. Itaú, 540, no bairro Dom Cabral, em Belo Horizonte.

FONTE: METAL MEDIA

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SOMAGNET: Como foi trabalhar com o produtor de ‘Master Of Puppets’

Aos que conhecem o processo de gravação e lançamento de um álbum sabem que não basta apenas a música ser boa, mas os equipamentos e especialmente quem os controla pode fazer uma diferença enorme no resultado fina de um trabalho.

O SOMAGNET teve isso em mente ao escolher que iria finalizar seu EP ‘Haunted Mansion’ e convidou um dos maiores nomes da música pesada para a masterização do trabalho: o dinamarquês Flemming Rasmussen.


Para se ter uma ideia do currículo deste senhor, ele foi responsável pela produção de alguns dos maiores discos da história do Metal mundial, veja uma pequena lista:

‘Ride the Lightning’, ‘Master of Puppets’ e ‘…And Justice for All’ – Metallica; ‘Covenant’ – Morbid Angel; ‘Imaginations from the Other Side’ e ‘Nightfall in Middle-Earth’ – Blind Guardian;

Mas como foi trabalhar com o cara que produziu todos estes – e muitos outros – discos de lendas da música pesada? O SOMAGNETconta um pouco pra gente:

“É sempre bom ter um profissional de nível trabalhando nas suas músicas, mas o Flemming Rasmussem realmente foi uma experiência incrível porque o cara realmente sabe o que cada banda precisa e não é à toa que ele se transformou na lenda que é.

Uma coisa curiosa é que no início nosso trabalho seria masterizado na Inglaterra, no Abbey Road, mas pouco antes de enviarmos o trabalho o Moisés teve a ideia de enviar pro Flemming. O Moisés me ligou do nada, tarde da noite, um dia e disse: “Cara, a gente tem que mandar o EP pro Flemming!” E eu disse “Que Flemming?” e ele “Flemming Rasmussen, porra! Que fez o “Ride” o “Master”, etc, etc… Já arrumei o contato dele, já mandei email e tudo mais… Tô só esperando ele responder.”

“No fim das contas deu tudo certo, o Flemming curtiu pra caramba e aceitou de imediato, fazendo um trabalho realmente incrível. Nós estamos querendo voltar pro estúdio agora em janeiro de 2015 e pretendemos trabalhar com ele mais uma vez.”

‘Haunted Mansion’ conta com quarto música, confira o tracklist:

1. Don’t Play As a Fool
2. Healed
3. Go Get’Em
4. Haunted Mansion
O EP, lançado apenas de forma digital, pode ser ouvido gratuitamente e também comprado pelo link: http://somagnet.bandcamp.com/

Recentemente a banda disponibilizou um videoclipe para a música ‘Healed’. O clipe foi produzido por Vinicius Hozara da CS Music Videos e filmado na Fazzi Custom (que é uma oficina de customização de motocicletas especializada em Harley Davidson). As externas foram filmadas em Itaipu (Niterói/RJ).


Contato para shows e merchandise: contact@somagnet.com.br


FONTE: METAL MEDIA

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NERVOCHAOS: Turnê sul-americana com Blood Red Throne

O Tanque de Guerra Death Metal, NERVOCHAOS, confirma mais uma turnê! Desta vez pela América do Sul ao lado da banda norueguesa BLOOD RED THRONE.

As bandas dividirão o palco durante o mês de dezembro, passando por Brasil, Uruguai, Colômbia, Equador e Peru. Em alguns destes shows ainda haverá a presença da lendária banda belga ENTHRONED.


Formado em 1998, o BLOOD RED THRONE tem sete álbuns lançados e nesta turnê promove o mais recente disco autointitulado lançado este ano via Sevared Records.

O NERVOCHAOS, formado em 1996, tem seis álbuns de estúdio, além de ao vivo e do luxuoso Box-Set, marco na cena metálica brasileira.

O grupo excursiona divulgando o mais recente trabalho, o aclamado ‘The art Of Vengeance’, lançado neste ano pela Cogumelo Records. O material foi gravado no Rio de Janeiro no estúdio HR e conta com a produção do italiano Alex Azzali. Já a arte da capa ficou a cargo de Marco Donida.

Recentemente o NERVOCHAOS também lançou um videoclipe para a música ‘The Devil’s Work’, o trabalho foi dirigido por Cherry Taketani, confira:


Contato para shows e mercandise: nervo666@hotmail.com


FONTE: METAL MEDIA

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REVOLTED: Ao lado de Biohazard, Terrorizer e Korzus no Goiânia Noise Festival

Para coroar um ano inesquecível para o REVOLTED nada como tocar em um dos maiores festivais do Brasil. A banda está confirmada noGoiânia Noise Festival.

O festival acontece entre os dias 5, 6 e 7 de dezembro na capital de Goiás. Além do REVOLTED, nomes internacionais como Biohazard eTerrorizer estarão no evento, assim como grandes nomes do Metal nacional como Korzus, Ressonância Mórfica e Luxúria de Lilith. Grande nomes do Rock/Pop brasileiro também marcam presença: Matanza, Mundo Livre S/A, Cachorro Grande, etc.


Para conferir mais informações sobre o festival, todas as dezenas de bandas do cast, como comprar ingressos, visite: www.goianianoisefestival.com.br

O REVOLTED promoverá seu mais recente lançamento ‘Revolutionary Order’, que colocou a banda não só no cenário nacional, mas que vem sendo indicado como um dos lançamentos nacionais de 2014 e o REVOLTED como uma das revelações de nosso cenário.

‘Revolutionary Order’ foi gravado no estúdio Grafton e produzido por Junior Xavas, Xavier Collard e a própria banda. Para mixagem emasterização, o disco viajou para a França onde Xavier Collard no SteelMind Studios finalizou o trabalho. A capa ficou nas mãos de Thiago Andrade (ex-Deadly Curse, atual Fanttasma e Abstrakta).

A distribuição do material digital está sendo feita em parceria com Metal Media Digital Music. O álbum pode ser comprado diretamente pelo link: http://goo.gl/OUGOET. O trabalho também está disponível para streaming no Spotify, Deezer, entre outros.

Quem preferir comprar o material em formato físico, também pode fazer pelo Facebbok e e-mail da banda.

O grupo lançou um lyric video para a faixa ‘Hope Is Just An Illusion’, veja:


Contato para shows e merchandise: contato@revolted.com.br


FONTE: METAL MEDIA

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UNEARTHLY: Cerveja ‘Baptized In Blood’ já disponível

Aos apreciadores de uma boa cerveja e de Música Extrema, já podem conferir a nova bebida do UNEARTHLY lançada em novembro no ‘Mondial de la Biere Rio’. A cerveja tem o título de um dos clássicos do grupo: ‘Baptized In Blood’.

A cerveja é do tipo “Helles”, com teor alcoólico de 4,8% e 500ml. O lançamento foi feito pela Bushido Brazil. O rótulo foi desenhado pelo artista Hugo Silva (Abacrombie Ink). Para compra a cerveja entre em contato direto com o UNEARTHLY por e-mail ou Facebook.


A banda continua promovendo seu novo trabalho ‘The Unearthly’. O álbum foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio AM, com produção de Fernando Campos. A masterização ficou a cargo do ex-Rotting Christ George Bokos. A capa ficou foi criada por M. Mictian e F. Eregion.

Para comprar ‘The Unearthly’ pelo site da Shinigami Records, com várias opções de pagamento, visite: http://goo.gl/Dg623u


 
Contato para shows e merchandise: shows@theunearthly.com


FONTE: METAL MEDIA

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BLACKNING: Álbum será lançado na Europa!

Depois de anunciar o lançamento de ‘Order Of Chaos’ em solo brasileiro pela Vingança Music, a BLACKNING anuncia o lançamento no Velho Continente através do selo espanhol Hecatombe Records.


O selo, especializado nas mais extremas vertentes do Metal, já lançou nomes como Agathocles, Altar Of Sin, Crisis Christ, entre outros.

A produção de ‘Order Of Chaos’ ficou por conta de Fabiano Penna (The Ordher e Rebaelliun) e a masterização por Neto Grous, da Absolute Master. A capa foi desenhada pelo artista Marcus Zerma.

O trabalho tem dez músicas, incluindo um cover de ‘Children Of War’, gravado originalmente pela lendária banda mineira Overdose. Confira o tracklist:

1. Thy Will Be Done
2. Terrorzone
3. Unleash Your Hell
4. Against All
5. Death Row
6. Silence Of The Defeat
7. Devouring The Weak
8. Censored Season
9. Killing Or Being Killed
10. Children Of War (cover do Overdose)

Lembrando que a BLACKNING acaba de lançar um clipe para a música ‘Thy Will Be Done’. O videoclipe foi produzido pelo músico, produtor e videomaker Denis Di Lallo. Confira:




FONTE: METAL MEDIA

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ANGRA:  banda confirmada no Wacken 2015!

    
O Angra foi confirmado para a 26ª edição do Wacken Open Air – um dos maiores festivais de heavy metal do mundo.

Além dos aclamados clássicos da história da banda, o Angra irá apresentar músicas de seu novo álbum de estúdio “Secret Garden” que será lançado na Europa em Janeiro de 2015.

Para maiores informações, acessem o site oficial do festival:

Para acompanhar todas as atividades do Angra e ter acesso a conteúdos exclusivos basta seguir as redes sociais do grupo.


FONTE: TOP LINK MUSIC

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