Mostrando postagens com marcador Pyramaze. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pyramaze. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de julho de 2017

Fast Review – Resenhas rápidas para consumo imediato!

Witherfall – Nocturnes and Requiems (2017)
(Independennte – Importado)
 

O Witherfall é uma banda com certas peculiaridades. O seu vocalista, Joseph Michael, é primo de ninguém menos que Ronnie James Dio; o seu guitarrista, Jake Dreyer, toca no Iced Earth; e além disso, seu baterista Adam Sagan (ex-Circle II Circle) faleceu precocemente no final de 2016, vítima de um linfoma, sendo que esse foi seu último álbum gravado. Mas o que importa é a música, e aqui nos deparamos com o que podemos chamar de um Dark/Heavy/Progressive/Power Metal com momentos que vão remeter em maior número (no instrumental) a nomes como King Diamond, Savatage e Dream Theater. Referências a Malmsteen, Cacophony e Symphony X podem surgir em alguns momentos, o que torna tudo ainda mais interessante. Forte candidato a banda revelação do ano. (8,5)

Homepage
Facebook
YouTube
Twitter
Instagram

________________________________________

Eis uma banda que dificilmente erra. Em seu 6º álbum de estúdio, os finlandeses do Mors Principium Est nos apresentam seu já conhecido Death Metal Melódico carregado de personalidade, com partes orquestrais, sintetizadores e coros tornando a sonoridade ainda mais grandiosa. Vale citar também os belos vocais femininos na faixa Death Is the Beginning (artifício já usado anteriormente pela banda), que são simplesmente fantásticos e deixam a música ainda mais incrível. Uma de suas maiores qualidades sempre foi a de não remeter aos principais nomes do estilo e, apesar de nos depararmos com um ou outro riff típico em algum momento, essa característica se mantém forte. Uma verdadeira aula de bom gosto e talento. (8,5)

Homepage
Facebook

________________________________________

Veins – Innocence (2017)
(Extreme Metal Music – Importado)
 

Surgido no ano de 2014, o italiano Veins chega a seu trabalho de estreia, Innocence, apresentando uma mescla de Death, Groove e Thrash Metal, mas que recebe também generosas contribuições de Industrial e Eletrônico. Isso acaba gerando uma dualidade, já que ao mesmo tempo que sua música acaba soando pesada e agressiva, também acaba soando um pouco confusa em alguns momentos, devido ao excesso de elementos presentes. Fora isso, entra a questão da identidade, já que, por exemplo, nas partes onde surgem as referências ao Metal Industrial, você fica com a sensação de que já escutou aquilo em um álbum do Ministry. Mas, para compensar, temos algumas canções mais velozes, boas melodias e riffs muito interessantes, o que faz desse álbum uma estreia interessante e promissora, bastando a banda aparar alguns excessos. (7,0)

Facebook

________________________________________

Apallic – Of Fate and Sanity (2017)
(Boersma Records – Importado)
 

Surgido em 2014 e já contando com um EP lançado no ano seguinte, o alemão Apallic chega a seu 1º trabalho completo de estúdio apresentando um Death Metal carregado de boas melodias, com forte influência do Amon Amarth e tendências Progressivas interessantes. Os riffs são pesados e cativantes, os vocais são bem agressivos e em muitos momentos, a música do grupo cativa. Sim, falta originalidade à banda, pois como dito, sua principal influência surge muito forte na maior parte do tempo, mas em se tratando de uma banda com 3 anos de história, isso é algo que a estrada vai tratar de resolver. Um trabalho muito agradável de se escutar. E destaque à parte para o belíssimo trabalho de bateria. (7,5)

Homepage
Facebook
Bandcamp
Soundcloud
YouTube

________________________________________

Pyramaze – Contingent (2017)
(Inner Wound Recirdings – Importado)
 

É indiscutível que os dinamarqueses do Pyramaze são uma das melhores bandas do atual cenário Power Metal. Chegando ao seu 5º trabalho de estúdio, observamos o lado Progressivo, com arranjos mais intrincados, sobrepujando um pouco o lado Power, com os elementos sinfônicos enriquecendo ainda mais sua sonoridade, dando a ela um ar quase teatral, mas sem soar autoindulgente. Os riffs pesados dão um ar mais atual às canções, evitando assim que soem datadas. Como dito, soando mais Prog do que Power, Contingent é um desses álbuns que vai melhorando mais e mais a cada audição. (8,5)

Homepage
Facebook
Instagram
Twitter
YouTube

________________________________________

All My Sins – Lunar/Solar (2017)
(Black Death Productions – Importado)
 

Apesar de sua formação datar de 2000 e de ter lançado duas demos, o sérvio All My Sins vinha de um hiato de 13 anos e só agora, 17 anos após seu surgimento, conseguiu chegar a seu trabalho de estreia. E não se deixe enganar pela faixa de abertura acústica, pois aqui você está diante de um Atmospheric Black Metal feroz, agressivo, calcado naquela sonoridade da 2º geração do estilo, com foco um pouco maior nas bandas gregas. Vocais brutais, guitarras pesadas despejando riffs cortantes e bateria explosiva: tudo o que um fã do estilo preza, está presente aqui. Não é original, mas vai agradar em cheio os que curtem uma sonoridade mais old school. (7,5)

Facebook
Bandcamp
YouTube

________________________________________

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Fast Review – Resenhas rápidas para consumo imediato!



Pyramaze – Disciples of the Sun (2015)
(Inner Wound Recordings – Nacional)


Disciples of the Sun, 4° álbum de estúdio do dinamarquês Pyramaze, vem suceder o muito bem recebido Immortal (08), que contou com Matt Barlow (ex-Iced Earth) nos vocais. Aqui estréiam seu novo vocalista Terje Harøy e o guitarrista/baixista Jacob Hansen, reconhecido não só por seu trabalho no Beyond Twilight e Anubis Gate, mas também como produtor. É um Power Prog de ótima qualidade, com riffs pesados, ótimas harmonias e melodias, técnica sem abrir mão da musicalidade e um belíssimo trabalho de Terje, que mostra muita personalidade em seus vocais. Um prato cheio para os fãs do estilo se fartarem! (8,5)



------------------------------

Stormhold – Battle of the Royals Halls (2015)
(Art Gates Records – Importado)


Oriundo da Suécia, o Stormhold estréia em estúdio apostando em uma sonoridade que trafega entre o Heavy e o Power, com total influência dos anos 80 em seu som. Entre as mais perceptíveis, podemos apontar Iron Maiden, nos momentos mais Heavy e Hammerfall, quando pendem para o lado Power. É clichê, não apresenta qualquer tipo de novidade, mas é carregado de energia e tem tudo para agradar em cheio aos fãs de Metal oitentista. Para um trabalho de estréia, está de ótimo tamanho. (7,0)



------------------------------

Civil War – Gods & Generals (2015)
(Napalm Records – Importado)


Para quem não se recorda, o Civil War surgiu quando Daniel Mullback (bateria), Rikard Sundén (guitarra), Daniel Mÿhr (teclado) e Oskar Montelius (guitarra) desertaram do Sabaton e recrutaram o baixista Stefan "Pizza" Eriksson e o vocalista Nils Patrik Johansson (Astral Doors) para formar uma nova banda. O álbum de estréia, The Killer Angels (13), foi uma agradável surpresa justamente por fugir um pouco da fórmula da ex-banda de boa parte dos membros. Mas por algum motivo resolveram dar um pequeno passo atrás, já que Gods & Generals se diferem em quase nada do Heavy/Power feito pelo Sabaton, tanto musicalmente quanto liricamente. Ainda sim é um belo trabalho, pesado, épico, com ótimos riffs e melodias e alguns refrões grudentos, que vai agradar em cheio aos fãs do estilo. (8,0)


                                                                                                            
------------------------------

Entrails – Obliteration (2015)
(Metal Blade Records – Importado)


O grupo sueco chega a seu 4° álbum de estúdio praticando aquele Death Metal típico das bandas de seu país e que vai remeter diretamente a nomes como Dismember, Entombed ou Grave. Tudo que um fã do estilo curte, ele irá encontrar aqui, ou seja, vocais urrados, riffs impiedosos, bumbos duplos e muito peso. É Death sueco de raiz, simples, pesado, brutal e sem invenções. Mas é ai que padece o grande problema de Obliteration. Se nos trabalhos anteriores tal fórmula funcionou muito bem, nesse novo álbum faltou algo, o que faz dele o trabalho mais fraco e sem inspiração do Entrails até esse momento. Ainda sim irá agradar em cheio os fãs die hard do estilo. (7,0)



------------------------------

Demon Eye – Tempora Infernalia (2015)
(Soulseller Records – Importado)


Fundado em 2012, esse quarteto americano já chega a seu 2° álbum de estúdio. O grupo aposta em um Hard/Heavy tipicamente setentista, com aquele ar ocultista, influência de Doom e referências mais diretas a Pentagram e Sabbath. Desde os riffs de guitarra até os vocais, passando pela produção, tudo aqui remete diretamente ao período em questão. Um prato cheio para quem curte os trabalhos de nomes mais atuais como Uncle Acid and the Deadbeats e Witchcraft. Um nome para ser observado de muito perto em seus próximos trabalhos, pois tem potencial de sobra para voar alto. (8,5)



------------------------------

Unlimited Addiction – Keeper of the Knowledge (2015)
(Independente – Importado)


Banda espanhola fundada em 2008 e que aposta suas fichas em uma mescla de Hard/Heavy setentista com Metal Tradicional. Sendo assim, referências a nomes como Iron Maiden, Saxon, Judas Priest, Rainbow, Dio, Purple e afins abundam por todos os lados. Riffs afiados, bons refrões e solos, algumas melodias bem grudentas e passagens épicas aqui e ali irão agradar em cheio aos fãs do estilo. Não apresentam nada de novo, é verdade, mas demonstram muito potencial de crescimento aqui. Uma estréia para lá de promissora. (7,5)



------------------------------