domingo, 8 de maio de 2016

Fast Review – Resenhas rápidas para consumo imediato!

Barbarian - Cult of the Empty Grave (2016)
(Hells Headbangers Records - Importado)
 

Chegando em seu terceiro trabalho de estúdio, os italianos do Barbarian praticam um Speed/Thrash/Black com total influência de Celtic Frost, Hellhammer e algo de Venom aqui e ali. Direto, veloz, sem enrolações e carregado de riffs pesados e agressivos, o trio vai agradar em cheio aos fãs mais saudosistas do estilo, mesmo sem apresentar nenhuma grande novidade. Se você curte as bandas citadas acima, vale a pena arriscar. (8,0)

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Lords of Black - II (2016)
(Frontiers Records - Importado)
 

Para os que desconhecem, o Lords of Black é a banda de Ronnie Romero, vocalista escolhido por Blackmore para ocupar o posto nos shows que o Rainbow fará nesse ano de 2016. Por mais que ele seja um dos grandes destaques do trabalho, o LOB não se resume ao seu vocalista, já que apresentam uma sonoridade bem sólida e coesa, que mescla com muita categoria um heavy mais clássico, com Metal Melódico e Power Metal, tudo carregado de ótimas melódias e indicado para fãs do estilo. Mais um ótimo nome vindo da Espanha. (8,0)

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Advermix - Pandeathmic (2016)
(Born of Chaos Records - Importado)
 

Depois de 2 EP's e um split, o grupo espanhol chega a seu primeiro trabalho completo de estúdio apresentando um Thrash com toques de Death aqui e ali, bem agressivo e com uma pegada totalmente Old School. Ok, não soam originais, mas também passam longe de soarem como clones de nomes consagrados. É desses Cd's para você abrir o mosh pit na sala durante a audição. É esperar os próximos trabalhos para confirmarem todo o potencial apresentado aqui. (7,5)

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Delain - Lunar Prelude (EP) (2016)
(Napalm Records - Importado)
 

Enquanto o novo álbum não chega, o grupo holandês capitaneado por Martijn Westerholt e Charlotte Wessels adoça a boca de seus fãs com esse EP que contém duas faixas inéditas, além de uma regravação e músicas ao vivo e versões alternativas de praxe e materiais desse tipo. Das inéditas, "Suckerpunch"  e "Turn the Lights Out" (com letra inspirada em "Sandman", de Neil Gaiman), mostram o equilíbrio de sempre entre melodias pop e o peso do Metal que sempre marcou a carreira do Delain. Indicado para todos os fãs. (7,5)

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Circus Maximus - Havoc (2016)
(Frontiers Records - Importado)
 

O Circus Maximus chega em seu quarto trabalho apresentando a sonoridade técnica e densa de praxe, mas com um nível de acessibilidade bem maior do que o apresentado em seu trabalho anterior, Nine (12). Ainda assim, em momento algum abrem mão do peso, da complexidade e das melodias épicas que marcam sua carreira. Um álbum que certamente vai agradar em cheio aos fãs da banda. (8,0)

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Vocífera - Evil Thoughts (2016)

 
Vocifera - Evil Thoughts (2016)
(Independente - Nacional)


01. Intro
02. The Agony
03. Sadism
04. Mad Bastards
05. Sabbath
06. All Pain
07. In The End Of Times
08. Trapped
09. All Evil For Your Majesty
10. Corruption (Bonus track)
11. Hypocrisy (Bonus track)

Antes de tudo, vamos falar um pouco sobre o mundo. Por mais que nas últimas décadas muita coisa tenha evoluído no pensamento humano, avanços tenham sido feitos em diversos campos, a verdade é que doa a quem doer, ainda vivemos em uma sociedade machista. Não é uma questão de generalizar comportamentos, mas em muitas funções, mulheres ainda recebem menos que homens, mesmo ocupando cargos idênticos (e os executando com a mesma competência), são muitas vezes objetificadas, não só em peças publicitárias como também no seu dia a dia, assediadas e muitas vezes, culpadas injustamente por isso (“Se estava usando uma roupa tão curta é porque estava querendo”). Poderia citar dezenas de outras situações aqui, mas basta uma olhada em noticiários e já terão uma ideia do que quero falar.

E bem, por mais que queiramos fechar os olhos, as redes sociais explicitaram de uma forma bem clara que esse tipo de comportamento citado no parágrafo acima, também se repete entre uma parte dos fãs de Metal (maior até do que eu gostaria de admitir). Poderia me aprofundar nesse assunto, buscar suas causas, mas perderia o foco do texto e deixaria de lado o mais importante, o som praticado pelas meninas pernambucanas do Vocífera, banda formada em Recife no ano de 201 e que chega agora seu debut, Evil Thoughts, mostrando grande evolução quando confrontado com seu EP (Vocífera) de 2012.

Amigos, que porrada, não só na cara dos headbangers fracos de ideias, como também nos tímpanos daqueles mais calejados. O que escutamos aqui é um Death/Thrash raivoso, feroz e impiedoso, altamente indicado a fãs de bandas como Obituary, Death, Testament, Destruction, Venom, dentre outras. Os vocais de Ray Torres transbordam ódio, enquanto a dupla de guitarristas, Erika Mota e Lidiane Pereira abusam da agressividade nos riffs e despejam alguns solos insanos. Já a parte rítmica, com Eveline Torres (Baixo) e Marcella Tiné (Bateria), mostra boa diversidade, técnica e imprime ainda mais peso ao som do Vocífera.

Apesar de uma ou outra parte mais cadenciada aqui e ali, na maior parte do tempo a aposta aqui é na velocidade, mas apesar disso suas músicas não soam repetitivas, um risco que sempre se corre ao seguir essa linha. Aponto como minhas preferidas, “The Agony”, “Sadism”, “Mad Bastards “, “Sabbath”, “All Pain” e “All Evil For Your Majesty”.

A produção ficou com boa qualidade, tendo conseguido deixar tudo claro e audível, mas sem tirar a agressividade e o peso do Death/Thrash da banda, ou seja, nada daquelas produções assépticas praticadas por muitos hoje em dia. Já a capa transparece perfeitamente a sonoridade furiosa encontrada em Evil Thoughts. Com um som violento, intenso e carregado de energia, o Vocífera vai agradar em cheio aos fãs mais tradicionais do estilo.

E bem, normalmente recomendo relaxantes musculares e telefone de um ortopedista ao lado do som para esse tipo de audição, mas nesse caso, o telefone de um otorrinolaringologista também não seria má ideia, já que a porrada no pé do ouvido vai ser violenta e o risco de problemas auditivos, algo iminente. Altamente recomendado!

O trabalho está disponibilizado para audição e download gratuito no Bandcamp da banda, então não existe desculpa para você não ouvir (a não ser que tenha tímpanos delicados demais).

NOTA: 8,0

Vocífera é:
- Ray Torres (Vocal)
- Érika Mota (Guitarra)
- Lidiane Pereira (Guitarra)
- Eveline Torres (Baixo)
- Marcella Tiné (Bateria)

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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Underworld Secret - An End To Begin (2015)

 
Underworld Secret - An End To Begin (2015)
(Independente - Nacional)


01. No Pity And No Mercy
02. An End to Begin
03. Slaves of Society
04. Army of Illusion
05. The Madhouse
06. Tears

Quando me deparo com um trabalho como o dos catarinenses do Underworld Secret, me sinto um verdadeiro dinossauro do Metal. Isso porque sou de uma época em que por mais que bandas de qualidade surgissem por todos os lados, elas demoravam muito tempo para conseguir registrar algum material de estúdio, isso quando conseguiam. Muitas sequer uma demo mal produzida conseguiram deixar de legado.

Mas sabe o que é mais engraçado? É que essa realidade mudou há muito pouco tempo, com o avanço de tecnologias na década passada, que acabaram por facilitar o processo de gravação. Menos mau, pois assim já não me sinto tão velho. Mas bem, deixemos essas divagações de lado e vamos ao que realmente interessa.

O Underworld Secret é uma banda absurdamente nova, pois surgiu apenas em Março de 2015 e pasmem, vejam só, poucos meses depois de fundada já estava com An End To Begin, seu EP de estréia, gravado, prensado e sendo distribuído Brasil afora. Vantagens de se viver na era digital. E podemos dizer que sua música é um retrato do mundo onde vivemos, já que apresentam um Metal moderno, que mescla influências diversas.

Podemos encontrar na sonoridade do UWS ecos de Heavy Tradicional, Prog Metal, Thrash e até mesmo algumas melodias típicas do Gothenburg Sound. A grande sacada dos catarinenses é justamente conseguir pegar essas referências clássicas e conseguir dar a elas uma roupagem moderna, evitando assim que suas músicas soem datadas ou requentadas. Encontramos vocais de qualidade, guitarras que além de despejar alguns bons riffs, são responsáveis por ótimas bases e por solos bem interessantes e uma parte rítmica que se mostra técnica, pesada e variada.

Das 6 canções aqui presentes, aponto como minhas preferidas “No Pity And No Mercy”, “An End to Begin” e “Army of Illusion”. Mas vale resaltar que as demais também possuem qualidades. A produção foi realizada por Victor Gonçalves no Pé do Morro Studio, com a mixagem e masterização sido feitas no VOID Studio. Já a capa foi obra de Jéssica C. Oliveira.

Mostrando uma maturidade surpreendente para uma banda com tão pouco tempo, o Underworld Secret demonstra muito potencial em sua estréia e certamente vai agradar aos fãs do estilos citados acima. Um nome para se observar de perto nos próximos anos. E aos interessados, o EP esta disponível para download no site da banda.

NOTA: 8,0

Underworld Secret é:
- Brasil Maciel (Vocal)
- Marcelo Barros (Guitarra)
- Rafael Scarpari (Guitarra)
- Victor Gonçalves (Baixo)
- Julian Valeriano (Bateria)

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terça-feira, 3 de maio de 2016

Hot Foxxy - Tattooed Girl In Black (2015)

Hot Foxxy - Tattooed Girl In Black (2015)
(Independente - Nacional)


01. Wrong Love
02. Tattooed Girl In Black
03. Clear Moon
04. Born To Be A Rockstar

No release enviado, a banda deixa claro que seu som é calcado no Hard Rock dos anos 80/90. O nome da banda e a capa de seu EP de estréia, Tattooed Girl In Black, reforçam tal afirmativa. Mas com todo respeito, soa como um pecado afirmar que o Hot Foxxy é “apenas” isso.

Quando colocamos o trabalho para tocar, realmente não se pode negar a importância do citado Hard Rock em sua sonoridade, já que o mesmo serve de base para o que ouvimos, mas também é impossível negar as influências de Classic Rock (escute a faixa título, por exemplo) e da NWOBHM em sua música. Marco Lacerda se mostra muito bom vocalista e sua voz possui um timbre bem agradável, enquanto a dupla de guitarristas Eder Erig e Beto Humberto despejam bons riffs e solos, além de realizarem um bom trabalho de backing vocals. Já a parte rítmica, com Betão Sassarrão (Baixo) e Daniel Schultz (Bateria), realiza um trabalho muito bom, dando diversidade às canções.

São apenas 4 músicas, todas com bastante qualidade e onde podemos observar todo o leque de influências do Hot Foxxy. Minhas preferidas aqui são “Clear Moon” e “Born To Be A Rockstar”.

A produção possui boa qualidade e conseguiu deixar tudo muito claro e audível, além de bem timbrado. Mostrando um trabalho diversificado e de muita qualidade, o Hot Foxxy certamente irá agradar em cheio não só os fã de Hard Rock, como também os amantes de sonoridades mais tradicionais. Mais um nome promissor da cena nacional.

NOTA: 8,0

- Marco Lacerda (Vocal)
- Eder Erig (Guitarra/Backing Vocals)
- Beto Humberto (Guitarra/Backing Vocals)
- Betão (Baixo)
- Daniel Schultz (Bateria)

www.hotfoxxy.com
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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Hard Breakers – Still Breaking (2016) (EP)

Hard Breakers – Still Breaking (2016) (EP)
(Independente – Nacional)


01. Still Breaking
02. Lay Your Body Down
03. Thrill
04. Let It Shine
05. Get It?!?!?!
06. Thrill (Acoustic) (Alt.Lyrics)
07. Insane (Acoustic)

Sem sombra alguma de dúvida, aquele Hard Rock com pegada bem anos 80 vem crescendo de forma exponencial dentro de nosso cenário, já que cada vez mais vemos bandas de qualidade apostando nessa vertente que até pouco tempo atrás era um tanto deixada de lado pelos novos nomes que por aqui surgiam. Vinda do Sul do Brasil, mais precisamente de Caxias do Sul/RS, a Hard Breakers é mais uma a se enveredar por esses lados.

Já com um CD na bagagem, This is Hard Rock (13), o grupo gaúcho volta de um pequeno hiato, onde mudou alguns de seus integrantes. Nesse EP de 6 músicas (a primeira é uma vinheta), apresentam o que sabem fazer de melhor, Hard Rock oitentista puro, simples, direto e sem invencionices. Mostrando evolução e muito mais maturidade se comparado a seu debut e apresentando sua nova formação, que conta agora com o talentoso Rodrigo Marenna, que já teve se trabalho resenhado nessas páginas ano passado, o Hard Breakers vai agradar em cheio aos fãs mais saudosistas, pois sua música vai remeter o ouvinte diretamente aos anos 80, como se fosse uma máquina do tempo.

Os vocais de Arthur Appel, obstante pequenos exageros que me incomodaram, mas que são típicos de 99% dos vocalistas do estilo (ou seja, nada de errado aqui, apenas uma questão de gosto pessoal mesmo), se mostram com muita qualidade. Os backing vocals também ficaram bem legais. Arthur também é um dos responsáveis pelas guitarras, ao lado de Aaron Alves, e ambos conseguem forjar algumas melodias dessas que grudam igual chiclete no cabelo e fazem a alegria dos apreciadores do estilo. Já a parte rítmica, com Marenna e o baterista Ricardo Machado mostra variedade e é a principal responsável pelo peso na música do quarteto.

Das faixas aqui presentes, as duas últimas são bônus acústicas, sendo uma delas uma versão para “Thrill”, que sinceramente, julguei desnecessária, já que ficou inferior à versão normal. Fora esse pequeno deslize, as demais possuem qualidade e aponto como minhas preferidas a já citada “Thrill”, “Lay Your Body Down” e “Get It?!?!?!”. Apesar de não ser minha praia, “Let It Shine” certamente irá agradar aos fãs de Hard que curtem uma típica balada do estilo.

A produção ficou a cargo do próprio Arthur Appel, com a mixagem e masterização tendo sido feitas por Jonas Godoy (Estúdio Linha Sonora). Trabalho muito bem feito, deixando tudo com ótima qualidade sonora.

Apresentando um som festeiro, enérgico e com ótimas melodias, o Hard Breakers tem tudo para conquistar fãs entre os amantes de Hard Rock oitentista. Coloque Still Breaking para tocar, feche os olhos, se sinta em plena Sunset Boulevard de 30 anos atrás e boa viagem!

NOTA: 8,0

Hard Breakers é:
- Arthur Appel (Vocal/Guitarra)
- Aaron Alves (Guitarra/Vocal)
- Rodrigo Marenna (Baixo/Vocal)
- Ricardo Machado (Bateria/Vocal)

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domingo, 1 de maio de 2016

Melhores álbuns – Abril de 2016

 
No primeiro domingo de cada mês o A Música Continua a Mesma fará uma lista com os melhores álbuns do mês anterior. Nela, respeitaremos as datas oficiais de cada lançamento, então sendo assim, não contaremos a data que os mesmos vazaram na internet, mas sim quando efetivamente foi ou será lançado.

Sendo assim, ai vão os melhores lançamentos de Abril na opinião do A Música Continua a Mesma.

1º. Moonsorrow - Jumalten Aika 


2º. Woslom - A Near Life Experience
 


3º. Fallujah - Dreamless
 


4º. October Tide - Winged Waltz
 


5º. Ihsahn - Arktis
 


6º. The Foreshadowing - Seven Heads Ten Horns
 


7º. The Levitation Hex - Cohesion
 


8º. Reckoning Hour - Between Death and Courage
 


9º. Savage Master - With Whips And Chains
 


10º. Cult Of Horror - Babalon Working
 


Menções Honrosas

Black Stone Cherry - Kentucky
 


Soto - Divak
 


Tengger Cavalry - Mountain Side
 


Inner Demons Rise -  In The Name of Father, and of The Son and Violence
 
 

Fast Review – Resenhas rápidas para consumo imediato!

Booze Control - The Lizard Rider (2016)
(Infernö Records - Importado)
 

Os alemães do Booze Control chegam a seu terceiro CD, mas poderiam se passar tranquilamente por uma banda inglesa do início dos anos 80, já que sua sonoridade é totalmente calcada na NWOBHM. Ótimas melodias e solos, guitarras gêmeas, riffs que cativam o ouvinte já na primeira audição e tudo mais que um fã do estilo espera, fazem parte de The Lizard Rider. Feito sob medida para quem curte sons mais clássicos. (8,0)

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Savage Master - With Whips and Chains (2016)
(High Roller Records - Importado)
 

Apesar do pouquíssimo tempo de estrada (foi fundada em 2013), o Savage Master já chega a seu segundo álbum de estúdio. Capitaneado pela vocalista Stacey Savage, praticam uma mescla de NWOBHM com Speed Metal que resulta em uma sonoridade direta, crua e sem qualquer tipo de enrolação. Altamente indicado para fãs de Bitch, Cirith Ungol, Omen, Grim Reaper e afins. (8,0)

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Astral Path - An Oath to the Void (2016)
(Avantgarde Music - Importado)
 


O duo canadense formado por Ana Dujaković (Baixo/Teclado) e Justin Bourdeau (Bateria/Guitarra/Vocal) chega a seu debut apresentando um Atmospheric Black Metal que mescla passagens bem pesadas e cruas com riffs atmosféricos e passagens que remetem diretamente ao Post Metal, o que acaba gerando um clima sombrio e negro. É aquela música que vai agradar em cheio aos fãs de nomes como Deafheaven, Wolves in the Throne Room e Negură Bunget. Podem não apresentar nada de novo, mas fazem o que se propõem com muita competência. (8,0)

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Oranssi Pazuzu - Värähtelijä (2016)
(Svart Records - Importado)
 

Em seu 4º trabalho de estúdio, os finlandeses do Oranssi Pazuzu continuam praticando seu Black Metal atípico, carregado de elementos psicodélicos e climas atmosféricos, que resulta em passagens verdadeiramente hipnóticas e que prendem o ouvinte que tem a cabeça mais aberta para esses tipos de propostas menos ortodoxas. Passa longe de ser uma música de fácil digestão, mas é extremamente original. (8,5)

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Ereb Altor - Blot · Ilt · Taut (2016)
(Cyclone Empire - Importado)
 

Sempre apresentando um Viking Metal de qualidade, o sueco Ereb Altor sofre constantes comparações som o lendário Bathory, devido à sua sonoridade. Pois bem, em seu 6º trabalho de estúdio, os suecos resolveram homenagear sua maior influência com um álbum tributo, coverizando 7 canções. Só posso dizer que fizeram mais do que juz ao legado de Quorthon, pois mesmo com uma produção que deu um ar mais moderno as canções, conseguiram manter a intensidade das versões originais, algo que poucas bandas conseguiriam fazer. Altamente recomendado. (8,5)

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