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sábado, 9 de abril de 2016

Fast Review – Resenhas rápidas para consumo imediato!

Onslaught - Live At Slaughterhouse (2016)
(AFM Records - Importado)
 

Sy Keller e cia massacram os pescoços alheios com esse trabalho ao vivo gravado durante a turnê de promoção do ótimo VI (13). Uma verdadeira aula de Thrash Metal para as novas gerações, em uma mescla de músicas mais atuais e antigos clássicos dos ingleses. Insano, irrepreensível e obrigatório! (8,5)

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Anvil - Anvil Is Anvil (2016)
(SPV/Steamhammer - Importado)
 
 
Nunca um título de álbum do Anvil soou tão perfeito, já que aqui encontramos um típico álbum dos canadenses, pois os inseparáveis Steve "Lips" Kudlow e Robb Reiner apresentam aquele Metal Clássico, mas com boa dose de peso e agressividade que todo fã já espera. O único porém aqui é que Anvil Is Anvil padece de um problema recorrente nos últimos álbuns do grupo, boas músicas dividindo espaço com alguns momentos totalmente sem inspiração. mas ainda assim, um belo trabalho. (7,5)

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Cauldron - In Ruin (2016)
(The End Records - Importado)
 
 
Dessa leva surgida nos últimos anos da intitulada New Wave Of Traditional Heavy Metal, o trio canadense Cauldron é indiscutivelmente um dos melhores nomes. Apresentando uma ótima mescla de Metal Tradicional e Speed Metal, refrães grudentos e solos de inegável qualidade, seu 4º e melhor álbum até o momento vai fazer a alegria dos amantes de um bom e velho Metal oitentista. (8,5)

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Church Of Misery - And Then There Were None (2016)
(Rise Above Records - Importado)
 

Com duas décadas de estrada, o japonês Church Of Misery continua firme e forte, fazendo a alegria dos amantes de um Stoner/Doom de qualidade com sua música que mescla referências a nomes como Black Sabbath, Sleep, Trouble e Saint Vitus, tudo com muita criatividade e categoria. E como sempre, sua temática lírica é voltada para Serial Killers. Simplesmente obrigatório para amantes do estilo! (9,0)

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Elvenking - The Night Of Nights (2016)
(AFM Records - Importado)
 

Quem é fã de Folk Metal, conhece bem os italianos do Elvenking e sua capacidade inconteste de forjar bons temas. Nesse seu primeiro trabalho ao vivo, revisam toda a sua carreira com um show que empolgou a todos os presentes, em uma verdadeira celebração ao Folk Metal, contando inclusive com a participação especial de dois ex-integrantes, o guitarrista Jarpen e o baixista Gorlan. Um trabalho altamente indicado aos fãs da banda e do estilo. (8,0)

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sábado, 28 de setembro de 2013

Onslaught – VI (2013)




Onslaught – VI (2013)
(AFN Records – Importado)

01. A New World Order
02. Chaos Is King
03. Fuel For My Fire
04. Children Of The Sand
05. Slaughterize
06. 66’ Fucking’ 6
07. Cruci-Fiction
08. Dead Man Walking
09. Enemy Of My Enemy

Quando surgiu nos anos 80 o Thrash Metal era a ovelha negra do Metal, uma antítese, uma resposta a toda pompa e exagero das bandas de Hard/Glam que infestaram as paradas de sucesso naquele período. Exalando frescor, agressividade e revolta, muitas dessas bandas acabaram conquistando o grande público e alcançando o topo ou angariando reconhecimento e respeito dos fãs em todo mundo. Bandas como Metallica, Slayer, Megadeth, Anthrax, Testament, Exodus, Kreator ou Destruction, em maior ou menor escala, estão ai para provar isso. Mas existiram também aquelas que apesar de toda a sua qualidade e capacidade técnica, acabaram relegadas a um segundo plano. Donos de duas verdadeiras preciosidades do Thrash Metal oitentista, Power From Hell (85) e The Force (86), os mestres ingleses do Onslaught se encaixam nesse grupo.
Terceiro álbum desde que retornaram as atividades no ano de 2007, VI é um passo adiante em relação a seu trabalho anterior, Sounds Of Violence (2011), pois consegue ser ainda mais duro e pesado que seu antecessor. Rápido, brutal e destilando ódio, o Onslaught mostra a geração mais nova como fazer um álbum de Thrash oitentista sem soar caricato e repetitivo. E sem muita conversa, após uma rápida introdução já chegam metendo o pé na porta e acertando um soco na boca do estômago do ouvinte com a selvagem e caótica “Chaos Is King”, que certamente irá fazer com que muitos se lembrem do Destruction. A partir daí a banda vai massacrando impiedosamente os pescoços e ouvidos alheios com uma série de petardos que não vão deixa você para de bater cabeça. Dessas, os destaques são “Fuel For My Fire”, brutal, “Children Of The Sand”, empolgante e com inspiração no Oriente Médio, “Slaughterize”, possivelmente uma das melhores músicas que compuseram nos últimos anos e com um refrão fantástico, “66’ Fucking” 6”, agressiva e com potencial para se tornar um hino da banda e “Enemy Of My Enemy”, outra que certamente vai ficar gravada na cabeça dos fãs.
VI é desses álbuns que vai crescendo a cada audição. Sua sonoridade é Old School, mas em momento algum soa datado, pois sua produção dá ao mesmo um saudável ar de modernidade, o que acaba sendo muito positivo meio a uma nova geração que procura emular tanto o que foi feito a quase 30 anos atrás que acabam soando patéticos e irritantes em alguns momentos. Aqui o Onslaught se mostra mais focado e agressivo do que nunca, provando toda a sua capacidade de fazer boa música e mostrando que sim, a nova geração ainda tem muito a aprender com as grandes bandas do passado. Uma aula de como fazer um grande álbum de Thrash.

NOTA: 8,5